AMIGOS

sábado, 30 de abril de 2011

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''

“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”

A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.




"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.
"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

Leia mais: nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''



“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”
A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.





"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.

"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

quinta-feira, 28 de abril de 2011

'' MULTIBANCO ACESSÍVEL ''

Alexandro sem acesso às caixas multibanco

Luís Alexandro, de vinte anos, sente-se marginalizado quando quer levantar dinheiro e encontra um degrau que o impede de chegar à caixa multibanco em Matarraque, Cascais, onde reside, ou quando não consegue aceder às cabines telefónicas, por estas estarem muito elevadas.


E até na Escola Secundária de São João do Estoril, que o jovem frequenta, há pavilhões que não estão adaptados para pessoas com deficiência motora.
Contactado pelo CM, o Ministério da Educação garante que a escola de São João do Estoril pertence ao grupo das que vão integrar a fase IV do Programa de Modernização de Escolas Secundárias. Adianta que a questão dos acessos é sempre tida em conta no âmbito das intervenções da Parque Escolar.
A SIBS, empresa que gere as máquinas de multibanco, esclarece que o elevado número de ATM por habitante – o maior da Zona Euro – permite que haja na proximidade imediata de um equipamento com menor facilidade de acesso outro cujas características asseguram a melhor acessibilidade. Já a PT disse ao Correio da Manhã que existem em Portugal cerca de 500 cabines telefónicas para clientes com necessidades especiais, estando ainda programada a implementação de mais 300 infra-estruturas.

"ACHO-ME CAPAZ DE FAZER TUDO"...

Leia mais no Correio da Manhã; saude/alexandro-sem-acesso-as-caixas-multibanco



Outro problema que os de mobilidade reduzida são confrontados é com o teclado, ora se sentados não passam de o máximo de metro e vinte de altura e terão que ser altos, não conseguem ver as teclas dado que o teclado de muitas caixas multibanco são em plano recto, e em altura acima de um metro do solo, o que dificulta fazer qualquer operação como a tão simples a do levantamento de dinheiros.
Para isso ainda tem que socorrer de uma terceira pessoa, porque muitos cartões já foram guardados pelos erros consecutivos que fazemos.
.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

'' PASSEIOS TRAVAM OS DE MOBILIDADE REDUZIDA ''


Passeios travam mobilidade de Selmiro.


Selmiro Carvalho, residente em Alfena, Valongo, desloca-se numa cadeira de rodas há quase 13 anos, período no qual teve sempre grande dificuldade em percorrer as ruas da cidade, devido à falta de acessibilidades nos passeios e passadeiras. A junta de freguesia já gastou milhares de euros para construir rampas em várias ruas.




O homem de 39 anos é tetraplégico e vive no Centro Social e Paroquial de Alfena. Conhecedor das estradas da cidade, quando quer passear nas imediações do centro social tem de fazer sempre um trajecto alternativo. O motivo, refere, é o facto de não ter rampas nalguns passeios ou de elas existirem em locais onde não há passadeiras.

Confrontado com esta situação, o presidente da Junta de Freguesia de Alfena, responsável pelas obras nas ruas da cidade, revelou que está em curso uma reconversão das artérias. "Já refizemos os passeios que estavam velhos onde ninguém conseguia passar. Agora iremos fazer novas obras onde temos sempre essa preocupação de fazer rampas", disse Rogério Palhau. Já foram gastos, até agora, 15 mil euros e vão ser investidos mais 18 mil euros.





Correio da Manhã:27/04/11




.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

'' MARVÃO _ VILA MEDIEVAL ACESSÍVEL ''

.

Apesar de ser uma vila histórica da época medieval, Marvão não deixou de pensar nas pessoas com mobilidade reduzida na altura de remodelar e requalificar os acessos ao castelo. Ainda com as obras a decorrerem, é o próprio César Lopes, de 42 anos, tetraplégico e natural daquela localidade, que reconhece que os responsáveis tudo têm feito para que a sua mobilidade por qualquer recanto seja o menos dificultada possível.

.

.

"As ruas calcetadas têm uma passadeira onde a cadeira anda melhor. Nas obras do castelo, o piso vai ficar direito e com acessibilidade, mas ainda há sítios onde não consigo chegar", disse ao CM. Nesses locais onde há degraus, como a câmara, o museu, os CTT

e a junta de freguesia, César diz que tem sorte de viver num "local onde toda a gente se conhece", resolvendo facilmente qualquer problema ou assunto que precise de tratar.

Também os comerciantes estão sensíveis aos problemas das pessoas sem mobilidade. Fernando Rosado, do restaurante Varanda do Alentejo, um dos locais que César frequenta, diz que a remodelação do seu espaço vai incluir rampas e um elevador para cadeiras de rodas: "Temos de estar preparados. Ninguém sabe o dia de amanhã."

.


"O QUE MAIS ME CUSTOU FOI NÃO FALAR"


Já passaram mais de vinte anos desde que um acidente de viação deixou tetraplégico César Lopes, de 42 anos. Na flor da idade, este aficcionado pelos touros, pelo futebol e candidato a entrar para a GNR despistou-se ao volante de uma Renault 4L, entre Portagem e a fronteira com Espanha, no concelho de Marvão. César esteve entre a vida e a morte, mas confessa que o maior trauma veio de não se conseguir exprimir por palavras durante os primeiros dois anos em que ficou tetraplégico.

"Foi muito duro, mas graças à equipa do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que me acompanhou, recuperei a fala", disse ao CM o homem que há seis anos se movimenta numa cadeira eléctrica que lhe permite alguma liberdade. "Esta cadeira foi a melhor coisa que me aconteceu. Vou a todo o lado aqui em Marvão, enquanto que antigamente estava mais dependente porque a cadeira era manual." César, que tem um orgulho enorme na mãe, "companheira de todas as horas", recebeu da Associação Salvador um computador adaptado às suas dificuldades e um ar condicionado que serve para climatizar a divisão da casa em Marvão onde passa mais tempo, o seu quarto, que antes era "muito quente no Verão e muito frio no Inverno".


Fonte: Correio da Manhã 25-04-2011

.

sábado, 23 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

'' PIT BULL AJUDA CRIANÇAS EM CADEIRA DE RODAS ''

Apesar de ser dado como perigoso e agressivo a raça Pit Bull, é um cão que treinado é um verdadeiro amigo e ajuda-dor em tarefas altamente humanizadas com esta cadela de nome Piggy.
Ela apesar de sua condição em cadeira de rodas, não deixa de espalhar alegria na cidade de Salt Lake, nos Estados Unidos, e prova que a deficiência não torna ninguém incapaz.
.


.
Crédito: Reprodução / KSL-TV
A imagem de cães da raça Pit Bull quase sempre é associada a um animal violento e, muitas vezes, assassino. Esse não é o caso de Piggy, uma mistura de Pit Bull com Boxer e paraplégica que vem derretendo coraçõezinhos na cidade de Salt Lake, nos Estados Unidos. Há três anos a cadelinha sofreu um acidente de carro, que abalou a sua medula espinhal, paralisando suas pernas traseiras. Ninguém disse que a cadelinha deveria ser sacrificada, “mas essa foi a recomendação implícita” disse sua dona April Hollingsworth, ao canal americano KSL-TV.
April, no entanto, manteve sua melhor amiga viva, e agora Piggy tem um propósito em sua vida: em uma cadeira de rodas, a cadelinha é voluntária treinada em terapia animal no hospital para crianças Shriners Hospitals, em Salt Lake. O local oferece cirurgias gratuitas para crianças com lesões na medula espinhal, doenças ortopédicas e outras condições semelhantes. De duas em duas semanas, Piggy visita as crianças que estão se recuperando de uma cirurgia ou à espera de uma cadeira de rodas. Além disso, ela também frequenta sessões regulares de terapia para fortalecer as perninhas traseiras.
Segundo sua dona, Piggy é incrivelmente dócil. A cachorrinha acaricia bebês, e lambe calmamente a mão de uma criança. Às vezes, as crianças ficam tão animadas com a presença da cachorrinha, que precisam ser advertidas a permanecer em suas camas.


Ela é uma dos quatro cães voluntários no hospital que atuam através da Intermountain Therapy Animals, organização sem fins lucrativos que testa e treina cães para verificar se eles podem trabalhar com crianças e pacientes do hospital. Segundo a terapeuta de recreação, Laura Lewis, ela já testemunhou momentos em que bastou a cadelinha entrar na sala para que crianças que não se comunicavam com ninguém, simplesmente se sentaram e contaram à cadelinha como elas se sentiam e como estavam assustadas com a doença.
"Algumas pessoas têm o dom de cantar, outras têm dinheiro e podem iniciar ONGs. Eu tenho essa cadela, que espalha alegria por onde passa”, disse Hollingsworth emocionada ao canal de TV.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

'' ODISSEIA 6 ABRIL 2011 NAS URGÊNCIAS DOS HUC ''

Urgencias Pictures, Images and Photos


Para vos dar conta de um acontecimento que faz de um doente de mobilidade reduzida, assim como eu, paraplégico na unidade de Urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), acontecido ontem.
Estou internado em continuados na Casa de Repouso da Sofia em Coimbra, para cura de uma frístia que foi consequência de uma intervenção plástica a uma ulcera, a qual correu da melhor forma nas Unidade Plástica em Celas Coimbra, pertença dos HUC.
Contraí uma infecção urinária de um estranho vírus resistente para o qual tinha que ser medicado via intervenoso e nas farmácias não havia o antibiótico devido senão nos HUC.
.
hospital Pictures, Images and Photos
.
Vou de urgência para a unidade do HUC, na qual levo recomendação da médica da Casa de Repouso que tinha uma consulta na Unidade de Plástica no dia 6 de Abril conforme descrita na carta de tratamentos a fazer, os mesmo que fazia na Sofia. Isto na segunda feira, penso que que seria logo na devida altura ter sido tratado a maneira como eu deveria ir àquela unidade sendo que não deveria ficar sem a consulta, dado à possibilidade de ser excluído do seguimento do tratamento que faço por intermédio da doutora Fernanda, a mesma que fez o enxerto na minha ulcera.
.



.

Ontem, dia 6 começam a fazer de manha as diligências para eu ser consultado, a médica de turno fez os possíveis para que isso fosse realizado, mas a informação da unidade diz que não se deslocariam às urgências, uma vez que é assim o protocolo que teria ter sido eu a me deslocar, por sua vez sou informado pela médica de turno do prosseguir das conversações, isto já no decorrer da tarde e que o médico responsável me veria informar do acontecido.

Nada disso ocorreu, a médica foi parca em desculpas, e compreendo uma vez que a decisão coube ao médico responsável de serviço de toda a unidade das Urgências, de tal forma que até me deram alta às 20 horas da noite com o fornecimento da medicação para seguir de novo para a unidade de continuados na Casa de Repouso da Sofia.

Uma vez que os serviços dos HUC são centralizados entre si, é de uma desorganização total deixar o doente sem uma consulta que era primordial para ele, nesse caso para mim, porque está em causa o seguimento da evolução do estado da frístia e de fazer ou não levantamentos para melhor cuidados higiénicos e físicos da própria pessoa, passo assim, como o fiz pessoalmente nas Urgências dos HUC um atestado de incompetência aos superiores que neste dia 6 de Abril 2011 estavam no serviço, mais uma vez o doente é um mero numero de faz de conta neste sistema podre em que a Saúde se encontra, é por isso que na verdade se vai aglomerando queixas sem solução, porque na verdade os de mobilidade reduzida são uma classe para abater e não ser tratada.

Assim foi um dia de cão, embora os tenha com melhor tratamento que os humanos que necessitam de algo.
.

.
P.S.
Sem falar nos tratamentos que deram durante estes três dias aos chamados normais, porque vi coisas que nem aos animais se fazem.

Related Posts with Thumbnails