AMIGOS

domingo, 29 de maio de 2011

REABILITAÇÃO EM CUBA



Afonso, a criança de oito anos que sofre de uma doença rara (nasceu com os cromossomas 13 e 14 juntos) e que não fala nem anda, parte hoje para Cuba, país onde vai reiniciar as sessões de fisioterapia intensiva.



Carlos Fernandes, pai de Afonso, afirmou ao CM que os tratamentos em Cuba têm "feito bastante bem" ao menino, pois as sessões "duram várias horas". Em Portugal, a fisioterapia "só dura meia hora, o que é pouco".

Os custos da viagem e da estadia ascendem a cerca de 10 mil euros por mês, uma verba "suportada com a solidariedade de cidadãos e de autarcas do Cacém", onde a família reside.

Carlos Fernandes acrescentou que no dia 19 de Junho realiza-se um espectáculo no Centro Paroquial de Rio de Mouro para angariar verbas para ajudar a suportar os custos da deslocação a Cuba. "O Estado não ajuda nas despesas", lamentou o pai.



afonso-faz-fisioterapia-em-cuba

sábado, 28 de maio de 2011

COOPERATIVA DAR A SORRIR

Mãe de Rodrigo faz sorrir Diogo

Conseguiu que o filho Rodrigo, que nasceu sem a mão direita, tivesse uma mão mioeléctrica e agora está dedicada a ajudar outros meninos. Ontem foi a vez de Diogo, de dois anos, natural de Caminha, testar pela primeira vez a prótese. A Cooperativa Dar a Sorrir, criada por Sandra Hipólito, já ajudou sete pessoas e prepara-se para fazer sorrir outras 20.





O caso de Diogo é semelhante ao de Rodrigo, o menino de Fão, Esposende, que nasceu sem a mão direita e que recebeu uma mão mioeléctrica aos dois anos, depois de os pais terem lançado uma campanha de recolha de tampinhas. "Também foi uma possível amputação quando eu estava grávida. As causas não sabemos", contou a mãe de Diogo, Elisabete Farinhoto.

Depois de ver a reportagem sobre a história de Rodrigo, Elisabete entrou em contacto com a mãe daquele. Diogo nunca tinha usado qualquer prótese nem permitia que lhe mexessem no braço direito. "Os médicos só pediam a prótese estética, passiva, se ele tivesse desequilíbrio na coluna", explicou Elisabete Farinhoto.

A Cooperativa Dar a Sorrir responsabilizou-se pelo caso e financiou a prótese, feita também na clínica Padrão Ortopédico, em Matosinhos. "Estou muito feliz e ele aceitou a mão", concluiu, satisfeita.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CADEIRA DE RODAS É UMA PRISÃO


Em 2008 foram aprovados 58 projectos no valor de 9,3 milhões de euros, para tornar as cidades mais acessíveis. Pouco foi feito fernando veludo Barreiras A cadeira de rodas é um outro apartheid As cidades podem ser um inferno para quem sofre de mobilidade reduzida. Apesar dos apoios. Apesar dos apelos e das campanhas. A partir de amanhã, há mais milhões para tirar obstáculos do caminho. Até agora, o que fizemos? Pouco, muito pouco Por Marisa Soares "As cidades não estão preparadas para nós."

Jorge Falcato, 56 anos, paraplégico desde os 24, lamenta-se enquanto aponta para locais onde a sua cadeira de rodas, muitas vezes, não entra. Edifícios públicos, restaurantes, discotecas, monumentos, transportes públicos, espaços verdes. "Limito a minha vida aos locais onde tenho a certeza que posso ir." "Não conheço bem a minha cidade." Que cidade é esta, livre para alguns, acessível para a maioria, uma prisão para outros que se tornam uma minoria invisível?

Há um exercício que se pode fazer e que resulta elucidativo: assinalar a negro num mapa todas as barreiras que encontramos numa cidade, por exemplo Lisboa. Jorge Falcato, que se move numa cadeira de rodas há 32 anos, já se deu a este trabalho, recorrendo a autocolantes. O arquitecto garante que se tivesse marcado cada obstáculo com um ponto negro, o mapa da capital transformar-se-ianuma "enorme mancha negra". Pessoas com mobilidade reduzida vivem ainda "um regime de apartheid não decretado e invisível aos olhos do cidadão comum". Pedro Oliveira, a quem a paralisia cerebral não impediu de ser investigador na área da ciência e tecnologias de inovação, tem outra crítica: "A acessibilidade ainda não é uma questão estratégica para o país." Quem sofre na pele as agruras de muitas pessoas com mobilidade reduzida considera que "devia haver incentivos, tal como há para a inovação tecnológica". Porque Portugal tem "um dos melhores sistemas internacionais de legislação sobre a deficiência".

Mas a lei não basta.

O diploma sobre a promoção da acessibilidade, de 2006, é generoso, como acontece muitas vezes, mas os resultados até agora são, no mínimo, insuficientes. A legislação previu que em 2017 as cidades portuguesas estariam livres de barreiras físicas e que os espaços públicos seriam acessíveis a todos, sem excepção. É o princípio da não-discriminação. "A acessibilidade é uma questão de direito", sublinha Falcato. O problema é que uma promessa tão antiga poderá não ser cumprida tão cedo.

"Os privados ainda não perceberam que a acessibilidade é um bom investimento", até porque as pessoas com mobilidade reduzida nunca andam sozinhas. No turismo, o país ainda não fez o trabalho de casa. Segundo um relatório de avaliação de Fevereiro de 2010, dos 13 locais que Portugal tem classificados como património mundial, apenas dois têm acesso parcial para cidadãos em cadeira de rodas. Já os oito casinos do país são completamente acessíveis.

Em Lisboa, a parte antiga e mais turística da cidade - como o Bairro Alto e Alfama - é inacessível. "É uma pena não conseguirmos ir ao Castelo de S. Jorge com os nossos clientes", nem ouvir fado, lamenta Ana Garcia, directora da agência de viagens Accessible Portugal, a primeira agência vocacionada para viagens e turismo acessível para pessoas com mobilidade reduzida. "As ruas são estreitas, não há estacionamento, há pinos a fechar as ruas...", nota. Com o envelhecimento cada vez mais acentuado da população - o que aumenta o grau de dependência - e a expansão do turismo senior, vamos querer ficar para trás?

A primeira legislação nesta matéria é de 1982, mas foi revogada depois de o então primeiro-ministro, Cavaco Silva, ter adiado a sua entrada em vigor. "Mais de 50 por cento das habitações foram construídas depois disso. Podíamos ser hoje um dos países mais acessíveis do mundo", sublinha Falcato, arquitecto de profissão. Mas perdemos a oportunidade. Porquê? "Os políticos não quiseram abrir os cordões à bolsa."

Pouco foi feito

"A maior parte das autarquias não tem meios para as obras, nem as define como prioritárias", assinala por seu lado o arquitecto Pedro Gouveia, especialista nesta matéria. Ao contrário do que acontece, por exemplo, na Catalunha, em Espanha, onde dois por cento do orçamento municipal se destina a eliminar barreiras físicas, tal não está previsto na lei portuguesa das finanças locais. "Não há um verdadeiro compromisso", vinca Gouveia.

Se nos anos de 1980 era caro tornar um edifício acessível, hoje será muito mais. Por isso, "reservar um por cento dos orçamentos locais para esses fins seria um bom começo", propõe Paula Teles, arquitecta e especialista em acessibilidade. Enquanto tal não acontece, a solução pode estar nos fundos comunitários. A partir de amanhã, câmaras e associações de municípios podem candidatar-se, até 14 de Setembro, ao programa RAMPA (Regime de Apoio aos Municípios para a Acessibilidade). Cada projecto pode ser financiado até 300 mil euros, um apoio que vai desde a planificação até à execução da obra, explica Rui Fiolhais, gestor do Programa Operacional do Potencial Humano, que financia este apoio aos projectos que tornem as cidades mais acessíveis a todos.

Em 2008, foram aprovados 58 projectos, que valiam 9,3 milhões de euros. Destes, 47 foram apresentados por câmaras municipais. Foram atribuídos 8,3 milhões para a criação de planos locais de acessibilidade, que têm de estar concluídos até ao final deste ano, porque depois disso o dinheiro deixa de estar disponível. Até agora, só foi executado 21 por cento do montante atribuído.

Mas será que os planos locais vão garantir cidades acessíveis em 2017, como previa a lei? "Não serão suficientes, se não existir vontade política", frisa João Cotim, o primeiro provedor municipal e metropolitano dos cidadãos com deficiência, cargo criado em 2002 pela Câmara do Porto. Esta cidade ainda não tem um plano local de acessibilidade, tal como Lisboa, onde só em Junho foi constituída a equipa que vai elaborar o documento. "Os planos poderão contribuir para que em 2017 o saldo seja mais positivo em termos de acessibilidade", reconhece Lia Ferreira, arquitecta e adjunta do provedor, paraplégica desde os quatro anos. Porém, "corremos o risco de, em vários casos, se limitarem ao que são: planos".

Bons exemplos

Palmela, Portimão e Vila Real de Santo António são as cidades apontadas por Rui Fiolhais como bons exemplos, na apresentação do RAMPA, anteontem. Palmela tem já um plano de acessibilidade em estado avançado; Portimão inaugurou em Junho a Rota Acessível, um percurso de sete quilómetros pelos principais locais da cidade; e Vila Real de Santo António tem a brigada "passo a passo" para eliminar barreiras.

As três integram a Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, que conta com 74 municípios. A rede foi lançada pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território em 2003, Ano Europeu de Pessoas Portadoras de Deficiência, e desafiou os municípios a tornarem uma área central do seu espaço público mais acessível, de forma faseada. Dez municípios estão ainda a acabar o projecto.

Mas ainda há muito por fazer, por exemplo, nas universidades. "Quando tirei o curso [na década de 1980], a acessibilidade estava longe dos planos curriculares", conta Jorge Falcato. O Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência e Incapacidades previa a criação até 2009 de um guia de recomendações para incluir as questões do design universal nos currículos das universidades e escolas técnicas. Esse plano tinha 99 medidas. Dezanove continuam por aplicar. Uma delas foi o financiamento de obras em prédios com espaços comuns para eliminar barreiras. O apoio podia ir até aos 3000 euros por habitação, mas a medida não saiu do papel.

Não se sabe quantos edifícios são acessíveis em Lisboa. O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) é responsável por essa avaliação e tem de publicar anualmente um relatório. Questionado sobre este assunto, o IHRU não respondeu. Jorge Falcato, arquitecto, 56 anos, há 32 numa cadeira de rodas.

Fonte: A cadeira de rodas é um outro apartheid | LERPARAVER

terça-feira, 24 de maio de 2011

LEUCEMIA - MENINA DE CHAVES PERDEU A LUTA


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Menina de Chaves perdeu a luta contra a leucemia

"Só quero recordar a alegria e o sorriso da Iara", foram as palavras sofridas de Sandrina Paquete sobre a morte da filha. Iara, de seis anos, perdeu a guerra contra a leucemia, que a atacou há cerca de um ano, e morreu ontem no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, onde estava internada.




"Estava muito serena nas últimas horas", disse Nelson Paquete, pai da menina, que na noite de domingo sentiu que a filha estava prestes a partir.

Desde que a doença foi diagnosticada, a pequena Iara venceu várias batalhas. Sobreviveu a um arriscado transplante com células do cordão umbilical em Setembro de 2010. Passou o Natal em casa, em Vilela do Tâmega, Chaves, mas três meses depois foi atacada pelo vírus CMV (Citomegalovírus). Iara e os pais enfrentaram outra batalha quando o medicamento Foscarnet, utilizado no tratamento do CMV, esgotou. A criança lutou contra a morte durante três semanas, até o IPO conseguir comprar o remédio no estrangeiro. "Retomou o tratamento e melhorou", disse Sandrina Paquete, em meados de Abril. Apesar da evolução favorável do estado de saúde, em apenas um mês Iara sofreu uma recaída repentina. O vírus CMV venceu todos os fármacos.

Nos últimos dias, os órgãos vitais da menina começaram a falhar. Primeiro os rins, depois os pulmões, o fígado e finalmente o coração, que parou pelas 07h00 da manhã de ontem. O funeral de Iara realiza-se esta tarde na capela de Vilela do Tâmega.



Leia mais: menina-de-chaves-perdeu-a-luta-contra-a-leucemia
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domingo, 22 de maio de 2011

CRISE A QUANTO OBRIGAS

Crise dispara venda de óvulos

Os 650 euros pagos como compensação pelos transtornos e riscos que as mulheres têm são aliciantes para quem enfrenta dificuldades económicas.





A crise económica fez disparar a corrida às clínicas de fertilidade para as mulheres doarem ovócitos (células que facilitam a gravidez), recebendo como compensação os 650 euros determinados por lei. Uma das clínicas contactadas pelo CM está a receber, em média, quatro dadoras por semana. Cada mulher só pode doar o material biológico três vezes e deve ter entre 18 e 35 anos.

O aumento da procura das unidades de saúde que fazem tratamentos de fertilidade e recolha do material biológico não espanta os responsáveis pela associação que representa as clínicas privadas no País que se dedicam a este tratamento.

Filomena Gonçalves, vice-presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade), afirmou ao CM "não ser estra-nho haver uma maior oferta de dadoras".

Segundo sublinhou, a "questão do dinheiro sempre existiu e a crise pode ser um factor preponderante que leva mais mulheres a doarem os ovócitos e a considerarem essas compensações económicas como pequenas fontes de rendimento".

No entanto, sublinha, "as mulheres não podem fazer disso uma profissão" e deu como exemplo o caso dos Estados Unidos, onde as estudantes universitárias, se forem boas dadoras, pagam os estudos com a doação desse material biológico.

Filomena Gonçalves considera os 650 euros "o valor certo", apesar de haver países que pagam mais como, por exemplo, em Espanha onde o preço ronda os 900 euros.

A verba atribuída em Portugal ajuda a compensar os transtornos que a doação de ovócitos causa na vida da dadora e pelos riscos para a saúde.

A mulher submete-se a uma pequena intervenção cirúrgica e tem de tomar hormonas para a estimulação das células reprodutivas.

"Muitas mulheres deixam de trabalhar durante os dez dias do tratamento da recolha dos ovócitos porque têm de fazer um controlo apertado do resultado da estimulação hormonal", salienta ainda Filomena Gonçalves.

MAIOR AFLUÊNCIA DE DADORAS NO PERÍODO DE NATAL

Uma das clínicas que regista um aumento da afluência de dadoras é a Cemeare, em Lisboa. A directora clínica, Maria José Carvalho, atribui o aumento à publicidade feita pela clínica e não aos problemas económicos das dadoras. No entanto, recorda que "no último Natal tiveram mulheres que precisavam de dinheiro e manifestaram grande preocupação em saber quando é que poderiam receber a compensação". Maria José Carvalho salienta ainda que a clínica faz esse pagamento no final do processo, que dura dez dias.



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sexta-feira, 20 de maio de 2011

CURA PARA O CANCRO

Cientistas descobrem cura para cancro



Investigadores canadianos encontraram uma cura simples para o cancro, mas as grandes empresas farmacêuticas não estão interessadas na descoberta.


Cientistas da Universidade de Alberta, em Edmonton, no Canadá, afirmam ter curado o cancro na passada semana, mas tal não teve grande impacto nos media.

A técnica é simples e requer medicamentos básicos. O método inclui “dichloroacetate”, frequentemente utilizado para tratar desordens do metabolismo, logo não há razão para se preocupar com efeitos a longo prazo.

Este medicamento não requer uma patente, por isso qualquer pessoa pode tomá-lo de forma barata, comparando com o elevado custo de medicamentos para a doença cancerosa produzidos pelas grandes empresas farmacêuticas.

Os investigadores em questão testaram “dichloroacetate” (DCA) em células humanas e este componente químico exterminou as células cancerígenas dos pulmões, da mama e do cérebro, deixando intactas as células sadias.

A experiência também foi feita em ratos com tumores graves: as células encolheram quando lhes foi dada água com DCA.

Este componente está largamente disponível, a técnica é fácil de usar e não necessita de patente, daí que a ausência de interesse das farmacêuticas, pois não daria lucro, segundo o site HubPages.com.

No entanto, o artigo refere que laboratórios independentes estão dispostos a dar início à produção do medicamento e a fazer mais pesquisa para confirmar a sua potencialidade, em colaboração com universidades.





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terça-feira, 17 de maio de 2011

CASA É PRISÃO PARA JOVEM

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Casa é a ‘prisão’ do jovem Ryan

No espaço de um ano, Ryan Pequito sai de casa quatro vezes. E, quando o faz, tem de "rebolar" pelos oito degraus que o separam do mundo exterior.



Partiu a coluna na sequência de uma queda em Alcântara, aos 32 anos. Tinha chegado da África do Sul há apenas dois meses. A casa onde vive com a família, em Vale de Milhaços (Seixal), é emprestada e cheia de obstáculos: o quarto de Ryan é na cozinha, porque nas restantes divisões falta espaço para a cadeira de rodas. A casa de banho também não está adaptada. "Habituarmo-nos às limitações motoras leva algum tempo, mas no fim acabamos sempre por reaprender a viver, somos forçados a isso", desabafa o licenciado em Design Industrial, hoje com 34 anos. A família de Ryan vive com dificuldades económicas, pois estão todos desempregados e não recebem ajuda do Estado. Dependem do apoio de familiares e de instituições sociais, nomeadamente da Cooperativa Nacional de Apoio a Deficientes.

FALTA AUTORIZAÇÃO
Estamos a aguardar a autorização do proprietário da casa para avançar com o processo de adaptação da habitação, mais concretamente da garagem. Em análise, está também o pedido de uma habitação camarária em conjunto com a autarquia do Seixal.

Coop. Nac. de Apoio a Deficientes

saude/casa-e-a-prisao-do-jovem-ryan
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segunda-feira, 16 de maio de 2011

OTTO BOCK SUPERFOUR (CADEIRA DE RODAS TODO-TERRENO)

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Todas as rodas de estrada e fora do terreno.
O SuperFour ® é o produto final de alta entre os Otto Bock Mobility Solutions. Todos direcção-roda e a suspensão independente contribuir para a capacidade de manobra e enorme capacidade off-road do veículo ao ar livre. Como ele pode lidar com inclinações de até 40 por cento, os usuários com mobilidade reduzida são mais uma vez capaz de chegar a destinos que seriam inatingíveis com uma cadeira de rodas eléctrica convencional. Um sistema automático de inclinação do assento melhora a segurança ao dirigir em declive. Uma carteira de motorista não é necessário para o SuperFour ®, que atinge velocidades de até 15 km / h.






Otto Bock Superfour (Cadeiras de rodas Sports) - Techguide EUA

domingo, 15 de maio de 2011

QUEBRAR BARREIRAS NO CORREIO DA MANHÃ




O jornal Correio da Manhã criou uma rubrica semanal chamada “ Quebrar Barreiras” ( clique aqui para ver o exemplo de uma notícia publicada) onde pretende divulgar testemunhos de pessoas com deficiência que possam abordar situações relacionadas com as acessibilidades físicas – quer positivas, quer negativas - em relação a situações do dia-a-dia (escola ou local de trabalho, acesso a serviços públicos, transportes públicos na sua cidade ou localidade,estacionamento,entre outros).

Esta é uma óptima oportunidade para que o tema das acessibilidades físicas e da deficiência - que muitas vezes é esquecido pelos meios de comunicação social e consequentemente pela sociedade em geral – seja abordado, de forma a que o problema das barreiras arquitectónicas deixe de limitar a qualidade de vida de todas as pessoas com mobilidade reduzida no seu dia-a-dia.

Se quiser participar nesta iniciativa e contar o seu testemunho envie-nos o seu contacto (nome, e-mail e telefone) para info@associacaosalvador.com para nós reencaminhar-mos para o Correio da Manhã.



CRISE ? QUAL CRISE ?


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Podem bem viajar e passear por esse mundo fora, a crédito ou a pronto, mas que as vacinas são caras isso é uma verdade, mas não a levarem por serem caras é outra coisa.

PORTUGUESES VIAJAM SEM VACINAS OBRIGATÓRIAS





Desde que aumentou o preço das vacinas, no início do ano, o número de portugueses que vão à consulta do viajante diminuiu. Esta consulta é aconselhável para quem viaja para países onde existem doenças endémicas, como a febre-amarela, febre tifóide ou encefalite japonesa.




Na consulta do viajante do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, o número de utentes caiu nos últimos meses, em comparação com 2010: em Março do ano passado, foram atendidos 79 viajantes; em Março deste ano, foram 59. O número de doses de vacinas administradas no mesmo período também diminuiu consideravelmente: 172 em Março de 2010, enquanto no mesmo mês deste ano foram 115 as doses administradas.

Verónica Almeida, 31 anos, enfermeira daquele serviço, afirma ao CM que "há utentes que recusam ser vacinados porque dizem que é muito caro. As pessoas que viajam em trabalho e não em lazer não compreendem porque têm de pagar tanto pelas vacinas e por que motivo esse custo não é suportado pelas empresas". A enfermeira sublinha que as "pessoas escolhem as vacinas e optam pelas que são, de facto, indispensáveis".

O sentimento de revolta face ao custo das vacinas é comum aos viajantes. "Muitas pessoas protestam e algumas deixam as queixas no Livro de Reclamações, porque dizem que sai muito cara a vacinação. Muitas reclamações são de famílias: por exemplo, um casal e dois filhos pagam mais de 400 euros", afirma Verónica Almeida.

Leia mais: saude/portugueses-viajam-sem-as-vacinas-obrigatorias

sábado, 14 de maio de 2011

ACESSIBILIDADES NO BAIRRO DA AMEIXOEIRA

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Jovem sente-se preso no bairro

Uma brincadeira de crianças mudou radicalmente a vida de Sek Sadibo Sar. Em 2002, com 14 anos, caiu de uma árvore e ficou tetraplégico. Para se tratar foi obrigado a abandonar o Senegal e vir para Lisboa, onde andou de hospital em hospital em tratamento.




Não escondendo que voltar a andar é o seu maior sonho, este jovem de 22 anos acredita que as suas limitações físicas não o impedem de concretizar um objectivo: terminar o curso de Web Design e arranjar emprego. "Apesar das minhas limitações acho que devo fazer algo positivo, fiz várias pesquisas para ver as opções disponíveis."

Apesar desta força positiva, há muitas limitações na vida do jovem. No Bairro da Ameixoeira, Lisboa, onde reside, as rampas dos passeios e passadeiras estão incompletas, porque apenas um dos lados é acessível. E as poucas que existem, diz, devem-se ao trabalho do Grupo de Esperança e Direitos Iguais, ao qual pertence.

O acesso à única farmácia do bairro é dificultado com um degrau e todos os dias põe a vida em risco ao ser obrigado a deslocar-se no meio da estrada principal dada a ausência de passeios, um risco também para quem não tem mobilidade reduzida.

RAMPAS NO BAIRRO
Em 2010, a Gebalis melhorou as acessibilidades do Bairro da Ameixoeira, através da construção de rampas de acesso aos passeios e lotes. Procedeu-se igualmente ao rebaixamento dos lancis.
Gebalis

CORREIO DA MANHA 14-05-2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

GUITARRA EM HOMENAGEM À ESPOSA

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Estas fotos não datadas são uma herdade em La Pampa, seu formato de forma a ilustrar uma guitarra, foi a forma de um fazendeiro de nome Pedro Martin Ureta homenagear a esposa falecida.
Foram plantados cerca de 7.000 eucaliptos para chegar à forma aérea que dá uma ilustração perfeita dos céus.

TIGRES DE BENGALA

Os tigres brancos são quase
extintos ea maioria daqueles que sobrevivem são
em cativeiro

Birte diz que Cingapura tem um dos
maiores coleções de tigres brancos na
mundo e executa uma reprodução muito eficiente
e programa de conservação

Foto Fonte: english.cctv.com


Rare white Bengal Tiger | Brain Art Damage Blog

PARKINSON EM PORTUGAL


Ministra não fala sobre a ruptura de stock de remédios
Falta de remédio alarma médicos


Os cinco mil doentes de Parkinson, impossibilitados de tomar o medicamento Parkadina, esgotado nas farmácias desde 18 de Abril, estão em risco de ver o seu estado de saúde piorar, alerta o especialista em doenças do movimento, Joaquim Ferreira. "Os doentes não têm alternativa terapêutica e não há perspectiva de uma solução", avisa o médico do Hospital de Santa Maria (Lisboa).




Joaquim Ferreira, que participou na cerimónia de encerramento das comemorações do mês do Doente de Parkinson, em Lisboa, explica que o Parkadina é o único medicamento para a doença de Parkinson e para a discinésia, outra doença neurológica que provoca movimentos involuntários do corpo. A ruptura de medicamentos está a obrigar muitos doentes a comprá-los em Espanha. "São penalizados porque compram o remédio sem a comparticipação do Estado", explica. Uma embalagem de Parkadina custa 7,90 euros. O especialista vai coordenar o primeiro estudo epidemiológico sobre a prevalência de Parkinson em Portugal.
O CM questionou a ministra da Saúde, Ana Jorge, durante uma visita à unidade de saúde mental dos Olivais (ver notícia em baixo), sobre a falta de medicamentos nas farmácias. Ana Jorge recusou comentar, alegando que tinha dedicado o dia "à saúde mental".

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terça-feira, 10 de maio de 2011

BONS EXEMPLOS


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Bons exemplos são excepção

A viver há oito meses no concelho de Anadia, André Venda, de 23 anos, diz-se surpreendido "pela positiva" com os acessos aos CTT da Curia e ao Tribunal Judicial da cidade.


"São adequados, o que é raro encontrar. Na maior parte dos casos, não há acessos, e o que existe é mal feito. Não se liga à inclinação das rampas e depois é como se fosse mais um degrau", afirma o jovem, que está paraplégico há três anos devido a um acidente de viação.
No Tribunal de Anadia, André Venda estaciona em frente ao edifício, num lugar reservado a pessoas com deficiência. "É raro encontrar um lugar livre. Existem em pouco número e normalmente estão ocupados por pessoas sem deficiência", lamenta. Os acessos ao edifício também são adequados.
André Venda teve a sensação de que "tinha perdido tudo" quando sofreu um acidente a caminho do trabalho. Na altura vivia em Porto de Mós e trabalhava numa pedreira. Hoje, está a concluir um curso de Fotografia e continua a praticar ciclismo, a modalidade de eleição. Desde a atribuição, pela Associação Salvador, de uma handbike, o sonho de disputar os Jogos Paralímpicos ficou mais próximo.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

PEDIDOS DE AJUDA

131 PESSOAS PEDIRAM AJUDA A SALVADOR

O número de pessoas que se candidataram à Acção Qualidade de Vida da Associação Salvador, iniciativa que promove a integração social de pessoas com deficiência motora, chegou aos 131.



O valor dos pedidos ultrapassa os 850 mil euros, embora a associação só tenha 100 mil euros para distribuir. As candidaturas estão agora em processo de validação, até dia 16.
Nas três edições anteriores da iniciativa – 2008, 2009 e 2010 –, foram atribuídos apoios a 30 pessoas.

domingo, 8 de maio de 2011

AVC _ CORAÇÃO MATA 40 MIL

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Coração mata 40 mil por ano




Cerca de 40 mil portugueses morrem anualmente vítimas de doença cardiovascular, vinte mil dos quais por acidente vascular cerebral (AVC) e dez mil por enfarte do miocárdio. Estima-se que os problemas do coração afectem mais de 500 mil pessoas no País. Números preocupantes que fazem das doenças cardiovasculares a principal causa de morte em Portugal.




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sexta-feira, 6 de maio de 2011

'' VERÃO _ VACINA CONTRA CANCRO DE PELE ''



Cientistas dos EUA estão a iniciar testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de cancro da pele, avança a BBC.

Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVEX®.

Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito recuperaram completamente do cancro, enquanto outros quatro tiveram uma reacção positiva parcial e curaram-se com uma cirurgia.

Os pacientes com estados avançados de cancro da pele costumam ter um prognóstico fraco de sobrevivência.

"Actualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso os oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos", disse Howard Kaufman, director do programa de cancro da Rush University.

DESCOBERTA ACIDENTAL


Os cientistas descobriram que a OncoVEX® tinha efeito sobre o tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada numa amostra de células de tumor.

Esta inclui um vírus que foi modificado e convertido num agente que atinge essas células sem afectar as células saudáveis.

O tratamento também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma. Segundo a Rush University, a vacina é injectada directamente nas lesões.

A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os EUA. Cada um vai receber uma injecção nos tumores a cada duas semanas, até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.

O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de cancro da pele, por causa da alta possibilidade de metástases.

Fonte: Portal de Oncologia Português

quinta-feira, 5 de maio de 2011

'' ALZHEIMER E O SEU CÉREBRO ''



Há 16 slides interactivos.
Ao visualizar cada slide, passe o mouse sobre qualquer texto colorido para destacar os recursos especiais de cada imagem.



Em seguida, clique na seta para avançar ao próximo slide.

1. Ao abrir a página, clique em "INICIAR A VIAGEM”.

2. Em cada página exibida, clique nas palavras realçadas em vermelho.

Boa viagem!! http://www.alz.org/brain_portuguese/


'' SETÚBAL MEDALHA DE OURO ''

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ANA ISABEL OBRIGADA A CIRCULAR NA ESTRADA

"Quem faz as leis não anda de cadeira de rodas", critica Ana Isabel, 33 anos, de Setúbal. Mesmo rebaixadas, as passadeiras continuam altas, obrigando-a a circular na estrada. Como se não bastasse, refere, os autocarros adaptados, em Setúbal, não estão identificados nem os motoristas sabem lidar com deficientes.



A Câmara de Setúbal ganhou a medalha de ouro no que toca a acessibilidades. "Mais de 70% dos passeios estão rebaixados e cumprem a lei, que estipula três centímetros de lancil", disse ao CM fonte camarária. Acrescenta, porém, que há passeios mal rebaixados porque as condições não permitem uma construção eficaz devido aos materiais utilizados ou à existência de ruas estreitas.

Por sua vez a Transportes Sul do Tejo garante que o dístico de veículo adaptado será colocado à medida que o processo de remodelação se for concretizando.
"Está em curso a colocação de estruturas internas de fixação das cadeiras de rodas em seis viaturas, situação que se pretende generalizar à restante frota", explicou Luís Guedes Machado, administrador da empresa. Trinta viaturas já têm rampas para cadeiras de rodas e os motoristas serão objecto de formação.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

'' CÂMARA DE TAVIRA E O TURISMO ''



Enquanto se gasta milhões de euros em TURISMO, eis que a Câmara de Tavira não têm acessos para os de mobilidade reduzida.

De AS RODINHAS


Passeios e edifícios sem rampas, falta de respeito pelos lugares de estacionamento para deficientes e caixas prioritárias nos supermercados e os difíceis acessos às praias são alguns dos problemas apontados por Elsa Ramos, de 35 anos, residente em Tavira, no Algarve, e paraplégica desde 2004.
"Têm grande impacto em pessoas com deficiência. A falta de uma rampa ou elevadores na Câmara de Tavira e em tantos outros edifícios públicos e particulares, impede-me de lá ir sozinha resolver qualquer assunto", explica Elsa. Contactado pelo CM, José Graça, adjunto do presidente da câmara, Jorge Botelho (PS), garante que "esses problemas vão ser solucionados, com obras que decorrerão no próximo ano".
Elsa Ramos queixa-se ainda da dificuldade em trabalhar na sua profissão. "Antes do acidente trabalhava num estúdio fotográfico, em Tavira, e era considerada boa profissional. Quando me apresentei numa cadeira de rodas, o patrão disse-me que já não me queria", revela Elsa, que actualmente trabalha por conta própria, fotografando em casamentos, baptizados e festas: "Nos baptizados, tenho de ser levada pelo meu irmão, pois a cadeira de rodas não cabe na sacristia". Apesar das dificuldades, Elsa não desiste e está agora a tirar um curso de Multimédia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

'' HÁ PETRÓLEO NO BEATO, MAS NÃO HÁ MOBILIDADE ''

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RUAS DO BEATO TRAVAM MOBILIDADE


"Embora as questões relativas às acessibilidades se encontrem no âmago das nossas preocupações, não estão contempladas no rol de competências e respectivo orçamento delegadas pela Câmara Municipal de Lisboa". É desta forma que Hugo Pereira, presidente da Junta de Freguesia do Beato, em Lisboa, justifica as queixas de João Paulo Martins, de 33 anos, em circular pelas ruas da freguesia.


O autarca diz que a junta diz-se sensível aos apelos da população, acrescentando que, sempre que possível, executa desnivelamentos de calçada em passadeiras, bem como pequenas rampas de cimento ou chapa. "Já construímos cerca de 20 desnivelamentos em passeios e temos mais de 13 casos em que desviámos mobiliário urbano para a passagem de cadeiras de rodas. Temos seis casos para resolver, alguns através da colocação de pilaretes", explica o responsável, sublinhando que há situações que carecem de autorização, o que arrasta a concretização da obra.

Relativamente aos buracos no pavimento, o presidente atribui a sua origem às obras de requalificação que estão a ser desenvolvidas na Mata da Madre Deus, que incluem a modernização dos sanitários públicos.

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'' ACESSIBILIDADES PARA TODOS QUANDO? ''

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SEGURANÇA SOCIAL ATENDE UTENTE NA RUA

Para Vítor Hugo Costa, Portugal está "muito atrasado no que respeita a acessibilidades, continuando a discriminar as pessoas com dificuldades motoras".




À Câmara de Cascais pediu uma casa camarária para a poder adaptar às suas limitações. Na actual casa, paga uma renda de 450 euros e não tem uma casa de banho adaptada, nem sequer consegue entrar no quarto do filho. A resposta da autarquia foi que o seu caso não era prioritário. Quando precisa de ir à Segurança Social de Cascais tem de esperar que uma funcionária saia e é na rua que trata dos assuntos pessoais, pois as escadas impedem a sua entrada.

Contactada pelo CM, a Segurança Social garante que o atendimento passará a ser feito na nova Loja do Cidadão de Cascais, estrutura que vai abrir em breve e garantirá o acesso a todos os cidadãos.

Já a Câmara de Cascais admite ao CM a recepção do pedido de ajuda de Vítor Hugo. Mariana Ribeiro Ferreira, vereadora da Acção Social, garante que a situação é acompanhada desde 2004. "Segundo informação do Serviço de Apoio Domiciliário a habitação onde reside hoje reúne as condições básicas de habitabilidade e acessibilidade", sublinha a responsável.


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