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quarta-feira, 11 de maio de 2011

PARKINSON EM PORTUGAL


Ministra não fala sobre a ruptura de stock de remédios
Falta de remédio alarma médicos


Os cinco mil doentes de Parkinson, impossibilitados de tomar o medicamento Parkadina, esgotado nas farmácias desde 18 de Abril, estão em risco de ver o seu estado de saúde piorar, alerta o especialista em doenças do movimento, Joaquim Ferreira. "Os doentes não têm alternativa terapêutica e não há perspectiva de uma solução", avisa o médico do Hospital de Santa Maria (Lisboa).




Joaquim Ferreira, que participou na cerimónia de encerramento das comemorações do mês do Doente de Parkinson, em Lisboa, explica que o Parkadina é o único medicamento para a doença de Parkinson e para a discinésia, outra doença neurológica que provoca movimentos involuntários do corpo. A ruptura de medicamentos está a obrigar muitos doentes a comprá-los em Espanha. "São penalizados porque compram o remédio sem a comparticipação do Estado", explica. Uma embalagem de Parkadina custa 7,90 euros. O especialista vai coordenar o primeiro estudo epidemiológico sobre a prevalência de Parkinson em Portugal.
O CM questionou a ministra da Saúde, Ana Jorge, durante uma visita à unidade de saúde mental dos Olivais (ver notícia em baixo), sobre a falta de medicamentos nas farmácias. Ana Jorge recusou comentar, alegando que tinha dedicado o dia "à saúde mental".

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