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quarta-feira, 1 de junho de 2011

CÃO PARAPLÉGICO


Quanto amor patente aqui na demonstração
deste homem para com seu cão.

terça-feira, 24 de maio de 2011

LEUCEMIA - MENINA DE CHAVES PERDEU A LUTA


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Menina de Chaves perdeu a luta contra a leucemia

"Só quero recordar a alegria e o sorriso da Iara", foram as palavras sofridas de Sandrina Paquete sobre a morte da filha. Iara, de seis anos, perdeu a guerra contra a leucemia, que a atacou há cerca de um ano, e morreu ontem no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, onde estava internada.




"Estava muito serena nas últimas horas", disse Nelson Paquete, pai da menina, que na noite de domingo sentiu que a filha estava prestes a partir.

Desde que a doença foi diagnosticada, a pequena Iara venceu várias batalhas. Sobreviveu a um arriscado transplante com células do cordão umbilical em Setembro de 2010. Passou o Natal em casa, em Vilela do Tâmega, Chaves, mas três meses depois foi atacada pelo vírus CMV (Citomegalovírus). Iara e os pais enfrentaram outra batalha quando o medicamento Foscarnet, utilizado no tratamento do CMV, esgotou. A criança lutou contra a morte durante três semanas, até o IPO conseguir comprar o remédio no estrangeiro. "Retomou o tratamento e melhorou", disse Sandrina Paquete, em meados de Abril. Apesar da evolução favorável do estado de saúde, em apenas um mês Iara sofreu uma recaída repentina. O vírus CMV venceu todos os fármacos.

Nos últimos dias, os órgãos vitais da menina começaram a falhar. Primeiro os rins, depois os pulmões, o fígado e finalmente o coração, que parou pelas 07h00 da manhã de ontem. O funeral de Iara realiza-se esta tarde na capela de Vilela do Tâmega.



Leia mais: menina-de-chaves-perdeu-a-luta-contra-a-leucemia
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domingo, 22 de maio de 2011

CRISE A QUANTO OBRIGAS

Crise dispara venda de óvulos

Os 650 euros pagos como compensação pelos transtornos e riscos que as mulheres têm são aliciantes para quem enfrenta dificuldades económicas.





A crise económica fez disparar a corrida às clínicas de fertilidade para as mulheres doarem ovócitos (células que facilitam a gravidez), recebendo como compensação os 650 euros determinados por lei. Uma das clínicas contactadas pelo CM está a receber, em média, quatro dadoras por semana. Cada mulher só pode doar o material biológico três vezes e deve ter entre 18 e 35 anos.

O aumento da procura das unidades de saúde que fazem tratamentos de fertilidade e recolha do material biológico não espanta os responsáveis pela associação que representa as clínicas privadas no País que se dedicam a este tratamento.

Filomena Gonçalves, vice-presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade), afirmou ao CM "não ser estra-nho haver uma maior oferta de dadoras".

Segundo sublinhou, a "questão do dinheiro sempre existiu e a crise pode ser um factor preponderante que leva mais mulheres a doarem os ovócitos e a considerarem essas compensações económicas como pequenas fontes de rendimento".

No entanto, sublinha, "as mulheres não podem fazer disso uma profissão" e deu como exemplo o caso dos Estados Unidos, onde as estudantes universitárias, se forem boas dadoras, pagam os estudos com a doação desse material biológico.

Filomena Gonçalves considera os 650 euros "o valor certo", apesar de haver países que pagam mais como, por exemplo, em Espanha onde o preço ronda os 900 euros.

A verba atribuída em Portugal ajuda a compensar os transtornos que a doação de ovócitos causa na vida da dadora e pelos riscos para a saúde.

A mulher submete-se a uma pequena intervenção cirúrgica e tem de tomar hormonas para a estimulação das células reprodutivas.

"Muitas mulheres deixam de trabalhar durante os dez dias do tratamento da recolha dos ovócitos porque têm de fazer um controlo apertado do resultado da estimulação hormonal", salienta ainda Filomena Gonçalves.

MAIOR AFLUÊNCIA DE DADORAS NO PERÍODO DE NATAL

Uma das clínicas que regista um aumento da afluência de dadoras é a Cemeare, em Lisboa. A directora clínica, Maria José Carvalho, atribui o aumento à publicidade feita pela clínica e não aos problemas económicos das dadoras. No entanto, recorda que "no último Natal tiveram mulheres que precisavam de dinheiro e manifestaram grande preocupação em saber quando é que poderiam receber a compensação". Maria José Carvalho salienta ainda que a clínica faz esse pagamento no final do processo, que dura dez dias.



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quarta-feira, 11 de maio de 2011

GUITARRA EM HOMENAGEM À ESPOSA

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Estas fotos não datadas são uma herdade em La Pampa, seu formato de forma a ilustrar uma guitarra, foi a forma de um fazendeiro de nome Pedro Martin Ureta homenagear a esposa falecida.
Foram plantados cerca de 7.000 eucaliptos para chegar à forma aérea que dá uma ilustração perfeita dos céus.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

'' VERÃO _ VACINA CONTRA CANCRO DE PELE ''



Cientistas dos EUA estão a iniciar testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de cancro da pele, avança a BBC.

Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVEX®.

Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito recuperaram completamente do cancro, enquanto outros quatro tiveram uma reacção positiva parcial e curaram-se com uma cirurgia.

Os pacientes com estados avançados de cancro da pele costumam ter um prognóstico fraco de sobrevivência.

"Actualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso os oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos", disse Howard Kaufman, director do programa de cancro da Rush University.

DESCOBERTA ACIDENTAL


Os cientistas descobriram que a OncoVEX® tinha efeito sobre o tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada numa amostra de células de tumor.

Esta inclui um vírus que foi modificado e convertido num agente que atinge essas células sem afectar as células saudáveis.

O tratamento também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma. Segundo a Rush University, a vacina é injectada directamente nas lesões.

A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os EUA. Cada um vai receber uma injecção nos tumores a cada duas semanas, até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.

O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de cancro da pele, por causa da alta possibilidade de metástases.

Fonte: Portal de Oncologia Português

quinta-feira, 5 de maio de 2011

'' SETÚBAL MEDALHA DE OURO ''

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ANA ISABEL OBRIGADA A CIRCULAR NA ESTRADA

"Quem faz as leis não anda de cadeira de rodas", critica Ana Isabel, 33 anos, de Setúbal. Mesmo rebaixadas, as passadeiras continuam altas, obrigando-a a circular na estrada. Como se não bastasse, refere, os autocarros adaptados, em Setúbal, não estão identificados nem os motoristas sabem lidar com deficientes.



A Câmara de Setúbal ganhou a medalha de ouro no que toca a acessibilidades. "Mais de 70% dos passeios estão rebaixados e cumprem a lei, que estipula três centímetros de lancil", disse ao CM fonte camarária. Acrescenta, porém, que há passeios mal rebaixados porque as condições não permitem uma construção eficaz devido aos materiais utilizados ou à existência de ruas estreitas.

Por sua vez a Transportes Sul do Tejo garante que o dístico de veículo adaptado será colocado à medida que o processo de remodelação se for concretizando.
"Está em curso a colocação de estruturas internas de fixação das cadeiras de rodas em seis viaturas, situação que se pretende generalizar à restante frota", explicou Luís Guedes Machado, administrador da empresa. Trinta viaturas já têm rampas para cadeiras de rodas e os motoristas serão objecto de formação.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

'' CÂMARA DE TAVIRA E O TURISMO ''



Enquanto se gasta milhões de euros em TURISMO, eis que a Câmara de Tavira não têm acessos para os de mobilidade reduzida.

De AS RODINHAS


Passeios e edifícios sem rampas, falta de respeito pelos lugares de estacionamento para deficientes e caixas prioritárias nos supermercados e os difíceis acessos às praias são alguns dos problemas apontados por Elsa Ramos, de 35 anos, residente em Tavira, no Algarve, e paraplégica desde 2004.
"Têm grande impacto em pessoas com deficiência. A falta de uma rampa ou elevadores na Câmara de Tavira e em tantos outros edifícios públicos e particulares, impede-me de lá ir sozinha resolver qualquer assunto", explica Elsa. Contactado pelo CM, José Graça, adjunto do presidente da câmara, Jorge Botelho (PS), garante que "esses problemas vão ser solucionados, com obras que decorrerão no próximo ano".
Elsa Ramos queixa-se ainda da dificuldade em trabalhar na sua profissão. "Antes do acidente trabalhava num estúdio fotográfico, em Tavira, e era considerada boa profissional. Quando me apresentei numa cadeira de rodas, o patrão disse-me que já não me queria", revela Elsa, que actualmente trabalha por conta própria, fotografando em casamentos, baptizados e festas: "Nos baptizados, tenho de ser levada pelo meu irmão, pois a cadeira de rodas não cabe na sacristia". Apesar das dificuldades, Elsa não desiste e está agora a tirar um curso de Multimédia.

sábado, 30 de abril de 2011

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''

“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”

A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.




"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.
"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

Leia mais: nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

sábado, 23 de abril de 2011

sábado, 20 de março de 2010

'' CÉLULAS DO TRONCO_NOVA ESPERANÇA ''


Claire Marsh - Lesão Medular
A StemCellsChina gostaria de agradecer Claire Marsh por enviar sua Experiência de Paciente para nós.
21, Austrália
Nome da Condição Primária
Paraplegia incompleta devido a lesão medular em L1

Veja um vídeo de Claire no Vimeo:


"No mínimo, se nada acontecesse, eu saberia que eu tentei"
Claire Marsh
Paciente de Cálulas Tronco de Cordão Umbilical com Lesão Medular

Razão para vir para o Tratamento

Ter a chance de recuperar qualquer função possível, especialmente do intestino e bexiga

Condição antes de vir para o tratamento

Fiz o tratamento três anos pós-lesão. Minha lesão foi designada como L1 ASIA A incompleta. Minha função motora foi classificada L2 e nível sensorial em L3.
Eu não tinha controle da bexiga ou da função intestinal. Eu não tinha nenhum movimento abaixo dos joelhos, e fraqueza significativa e paralisia nos glúteos, isquiotibiais, quadris e músculos abdutores. Eu tinha sensação e força normais nos joelhos, quadris, adutores, músculos abdominais e nas costas.
Eu não tive nenhuma sensação além de pressão abaixo dos joelhos e nas costas das minhas pernas e meu bumbum.
Eu tinha a função de suor limitada nos membros inferiores.
Eu conseguia andar com o auxílio de duas bengalas e duas órtese tornozelo-pé.
Fazia fisioterapia três vezes por semana.
Experiência Durante o Tratamento

Eu recebi 8 injeções de células-tronco: a primeira via IV, e as restantes 7 por punção lombar (6 injeções foram de células tronco de cordão umbilical e duas foram da minha própria medula óssea).
Todos os dias (exceto finais de semana) eu fiz duas sessões de fisioterapia, uma sessão de acupuntura, e uma sessão de terapia por ondas elétricas.
Condição após tratamento

Enquanto ainda no hospital, eu recuperei alguns movimentos no meu tornozelo esquerdo e dos pés (plantar e dorsi-flexão) e recuperei a sensação normal cerca de 4 centímetros abaixo do meu joelho esquerdo, e cerca de 2,5 centímetros de sensação normal abaixo do joelho, à minha direita.
Ao voltar para casa eu tenho notado uma diminuição significativa da espasticidade dos membros inferiores e estou sendo capaz de parar de tomar baclofen .
Também recuperei a função do suor normal nos membros inferiores.

Claire Marsh - Spinal Cord Injury from Stem Cells China on Vimeo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

'' SUPERE COM JESSICA COX ''

Cada vez que vejo exemplos assim, me vejo mais pequeno, e sem forças para fazer algo de que me orgulhe. Passamos a vida a reclamar disto e de aquilo, e quando algo que fazemos de tão mesquinho, logo se valorizamos e gabamos desses actos, é normal fazermos isso, porque todos dizemos no final; 'errar é humano'... está nos genes de nossa condição de humano, enfim, procuramos desculpas para nossos erros e foguetes para celebrar coisas tão mínimas que fazemos no decorrer de nossos dias.
Repare a maneira de como esta criança, Jessica Cox, hoje mulher, no decorrer dos seus anos de vida, sempre batalhou para se mostrar e valer aquilo de que seria capaz de realizar.
Confira você mesmo pelo slide:

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Leia mais: Jessica's Life

sábado, 29 de agosto de 2009

'' MULHER COM M GRANDE ''

Poderíamos tecer os mais diversos comentários, mas a reflexão sobre esta superação, é a maior coisa que poderemos fazer neste momento...

sábado, 4 de julho de 2009

'' MÉDICO BATE EM DEFICIENTE ''


Mãe acusa médico de agredir deficiente
A mãe de Susana, uma jovem deficiente motora e mental, de 23 anos, residente em Castro Verde (Alentejo), acusa um psiquiatra do Hospital de Santa Maria (HSM), em Lisboa, de ter agredido a filha à bofetada, durante uma consulta, realizada no passado dia 19.
Adelina Santos afirma ter formalizado queixa no Livro de Reclamações do HSM, mas ainda não obteve qualquer resposta.
"O médico estava a falar alto comigo, devido a divergências na administração de medicamentos, e a minha filha, que tem mentalidade de uma criança, não gostou. Começou a gritar com o médico, chamou-lhe nomes e atirou uma cadeira ao chão" explica a progenitora, revoltada com a reacção do médico. "Mandou-a calar, mas ela não obedeceu. Então, levantou-se, foi direito à minha filha, que estava numa cadeira de rodas, e começou a esbofeteá-la furiosamente, por várias vezes", acusa.
Adelina Santos afirma que teve de agarrar o médico pelos braços, segurando-o com algumas dificuldades.
"A minha filha queixava-se de dores no ouvido esquerdo e de não ter audição. Fomos à Urgência do HSM onde fomos bem atendidos", afirma a mãe da vítima.
O responsável das relações públicas do Hospital de Santa Maria esclareceu ao CM que " a reclamação está a ser analisada e quando houver uma conclusão será comunicada à utente". Já o médico psiquiatra acusado de agressão, não se mostrou disponível para explicações.
O clínico é acusado pela mãe de Susana de fumar charuto durante as consultas. "Torna o ar irrespirável no consultório", garante Adelina, que promete não deixar a agressão à filha passar impune. "Vou esperar mais uns dias pela resposta" e garante que formalizará uma queixa junto do Ministério da Saúde.
Susana nasceu com deficiência motora hereditária. Já esteve internada no Hospital Júlio de Matos e toma cerca de 30 comprimidos diários para os nervos e para uma colite ulcerosa.

sábado, 7 de março de 2009

'' MULHER MÃE, MULHER DEFICIENTE ''

Mulher... Mulher... Mulher...
Mostra quem tu és
Não se intimida com a fera
Que tenta te pegar
Pisa forte nesse chão...

Levanta-te, ergue-te
Diz quem tu és
Mulher... Mulher... Mulher...
És Sol das manhãs
Mulher, menina e moça
Tu és a fonte de inspiração
Nas noites de Luar!!!

Doce, meiga, carinhosa e forte
Autentica, sensata, pura... veloz
Trabalhadora, valente e bonita
Rasga o pano que te veste

Mulher... Mulher... Mulher...

(CELINA VASQUES)
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