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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

'' ACESSIBILIDADES EM GUIMARÃES ''


Dos 112 lugares escolares do Concelho de Guimarães, metade não tem condições de acessibilidades para portadores de condição física reduzida, podemos avaliar o país inteiro, ao qual o nosso estimado 1º ministro garantiu que fazer face à crise, seria por dar luz verde a obras em escolas e similares.
Mas será que foi isso que foi realizado ?



"As dificuldades começam logo à entrada da escola, no portão, e depois seguem pelas rampas que não têm inclinação adequada, são maioritariamente descobertas e os pisos não favorecem o deslizamento das rodas. Nas salas de aula não têm abertura para uma cadeira de rodas. Rampas de acesso aos pisos não existem e há determinadas aulas que são no primeiro andar e eles não podem assistir", explicou a professora de ensino especial, Gracinda Machado Sousa.
Mas o rol de vicissitudes que afectam estes alunos não se fica por aqui, já que as casas-de-banho são pequenas, os lavatórios, saboneteiras e toalheiros estão inacessíveis o que tira a autonomia a estas crianças e leva esta docente a concluir que "o sucesso educativo para esses alunos não é efectivo", ainda para mais quando o caso de estudo foca o ensino que é básico e obrigatório. Apesar do cenário não se apresentar muito animador para a realidade destas crianças, Gracinda Sousa realça que ainda há alguns bons exemplos e que alguns determinados problemas têm sido resolvidos com a criação dos novos centros escolares. "Havia escolas que não tinham condições mínimas e esta reorganização da rede escolar é fundamental para termos avanços nesta área das acessibilidades", vaticinou.


Leia mais : http://www.educacao.te.pt/

sábado, 4 de julho de 2009

'' DEFICIENTES TAMBÉM PRECISAM DE PRAIA ''



“Também tenho direito à praia”

Carlos Nora tem 39 anos e está paraplégico há cinco devido a um acidente de mota. Preso numa cadeira de rodas, conta pelos dedos das mãos as vezes que tem ido à praia, na Ilha de Tavira.
Nas Quatro Águas, nem o cais nem os barcos têm acessos adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e são precisos pelo menos dois voluntários para, à força de braços, o transportarem até à embarcação.
"Dependo da boa vontade dos outros, ou trago amigos ou peço ajuda aos turistas que estejam no cais", conta Carlos.
Se o acesso já é difícil, a manobra torna-se ainda mais complicada quando a maré está baixa, sendo praticamente impossível devido à altura mais baixa em relação ao cais a que o barco fica à superfície da água.
"As pessoas só ajudam se quiserem, mas eu também tenho direito a ir à praia", desabafa Carlos.
Jacinto, proprietário da empresa que faz os transportes para a Ilha, confessa "que dá pena quando não leva deficientes no barco, mas não há condições e é muito perigoso."
O caso de Carlos parece não ser único: "Há uns dias apareceu um turista espanhol, que também se encontrava numa cadeira de rodas, e não o pudemos levar para o outro lado", acrescenta Jacinto.
Confrontado com a situação, Brandão Pires, director da Delegação Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), admite ter conhecimento do problema e garante que está a ser resolvido. "Na próxima época balnear estará tudo tratado, vamos remodelar vários cais na região, colocando passadiços em madeira e rampas em vez de escadas", explica.

sábado, 20 de junho de 2009

'' EXEMPLOS DE AJUDA ''

Beatriz Jordão, Daniela Martins, Rita Ladeiro, Joana Silva e Sara Lopes e com o apoio da professora Lídia Ferreira, levaram a termo um projecto durante o ano lectivo sobre o tema 'Segurança Sobre Rodas' em que a disciplina era Área de Projecto. Com vendas de rifas e bolos, conseguiram arrecadar uma quantia de 900 euros com o propósito de adquirir cadeira de rodas para dar a instituições da região, que lutam a braços para ajudar seus usuários.
Estas alunas do 12º ano da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, em Leiria, e com o apoio da conhecida automobilista de provas de todo o terreno, Isabel Jacinto que com elas apresentaram a palestra 'Segurança Sobre Rodas', as quais foram apadrinhadas pela piloto de todo terreno nos seus projectos de condutoras.
Contaram também com uma farmácia da cidade, que também colaborou com a entrega de 4 cadeiras para os mais necessitados.
Esta palestra culminou um projecto com a duração do ano lectivo, que incluiu também acções de prevenção rodoviária em escolas do 1º Ciclo e entrevistas ao director da Ortopedia do Hospital de Leiria e a doentes que sofreram acidentes de viação.

sábado, 9 de maio de 2009

'' NUM CONGRESSO ''


Num congresso em Coimbra, no auditório Pavilhão de Portugal, sobre o tema euroacessibilidades, podemos perguntar, onde está o meu lugar ?

CÃO EMPURRA CADEIRA DE RODAS


O cão Guai Guai, da raça 'dachshund', virou uma estrela na China graças a sua capacidade de empurrar a cadeira de rodas de sua dona. Com dois anos de idade, o cão movimenta a cadeira com as patas traseiras de forma tão veloz que parece que ela é motorizada.
Desde que era um filhote, Guai Guai ajudava a empurrar cadeira de rodas do pai de sua dona. A tradição se mantém até hoje, pois basta vê-lo sentar que o cachorro vai para baixo da cadeira e começa a empurrar o pai.
Aos poucos, o cão aprendeu a empurrar cadeira de rodas sozinho, apoiando as patas dianteiras na cadeira e andando com as traseiras.
"Ele se acostumou com o esporte, e se ele não empurrar a cadeira pelo menos uma vez no dia, ele corre pela casa", informou a dona ao site Ananova.
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segunda-feira, 4 de maio de 2009

'' VAMOS GANHAR PRÉMIOS ''



Tudo hoje é complicado, os problemas do dia a dia, as dificuldades com que todos se abraçam, a crise e como não chegasse, nós os deficientes notamos mais do que os outros, somos diferentes é verdade, uns mais que outros, mas somos diferentes.

Com estas pequenas palavras, lembrei de aqui colocar algo sobre um site que faz promessas, não só diz que dá, que até faço uso de uma máxima antiga; ''Estou aqui não para dar a um só, mas sim dar a todos juntos''.

Ora esta máxima não soa muito bem, porque a verdadeira é a do cigano que dizia; ''Venham senhores venham, não estou aqui para enganar nem um nem dois nem três, mas sim todos de uma vez''.

Deixemos as máximas de lado, porque é que me lembrei de postar este post, é um desafio de que ele o tal TiuKen diz que dá de prémio 4.000 € e muitos outros prémios de 50 € aos que postarem até 15 de Maio corrente as melhores frases sobre o TiuKen (www.iuKen.com) e seus produtos. Como estou tentado a concorrer, é por isso que já estou aqui a fazer algo, pelo menos fazer referência ao tipo bem composto e de cartola na cabeça, tipo mágico como dar algo a alguém, nem que seja um coelho branco com ovos para a Páscoa, esta já era, mas tentar não custa.

Para os que não sabem, TiuKen vem fazer rivalidade ao tio Sam, Escreva sobre a iuKen e ganhe 4.000,00 Euros! Quer ganhar dinheiro vendendo publicidade no seu blog? , iuKen significa “YOU CAN” (tu consegues/tu podes). “Ken” é uma palavra inglesa, que se pode traduzir para português como, ''saber'', ''conhecer'', ''alcançar''. iuKen é um grito de esperança, coragem e audácia para a mudança, para algo melhor! Tudo é possível! Podemos assim juntar o útil ao agradável e tentar 'saber', 'conhecer' e 'alcançar' nunca custou nada a ninguém, por isso, vamos tentar.

Desejo aos meus leitores o mesmo, tentar não custa, força e façam o vosso registo no TiuKen : www.iuKen.com

segunda-feira, 6 de abril de 2009

'' AVISO AOS MAIS CÉPTICOS ''

Sempre que vá a um bar, tomar umas bebidas com amigos, tenha sempre em mente que não é o único que o faz. Se tem a auto-confiança de que é bom ao volante, pense que do outro sentido contrário ao seu, também tem um condutor exímio ao volante, mas nem sempre é o que acontece, os melhores também fazem asneiras e grossas.

Se conduz, tenha em mente este vídeo.



terça-feira, 31 de março de 2009

'' AJUDAR A CÁTIA ''



Amigos,
A Cátia sofre de doença oncológica muito grave, e tem dois pequenos sonhos que gostaria de realizar, conhecer o Dragão e seus jogadores e participar no programa do Luís Goucha, na Tvi. Para estes dois pequenos sonhos, já tomamos iniciativas de os tentar concretizar, aguardamos resultados para breve.
No entanto a família precisa de apoio financeiro, os pais estão no fundo desemprego, as despesas são muitas assim como o sofrimento. Vamos ajudá-los por mais ínfima que seja a nossa ajuda. Hoje criamos uma conta no SantanderTotta (NIB:0018 0003 206883096020 88) para esse efeito.
Junta -te a nós, muitos faremos a diferença.
Obrigado e beijinhos da Cátia
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Fonte: Recebido por mail

sábado, 28 de março de 2009

'' EMPREGAR DEFICIENTES ''



Há cerca de vinte anos atrás, o senhor Antunes trabalhava numa serração. Já tinha trabalhado em várias profissões e gostava daquilo que fazia. Foi então, que um trágico acidente com um serra eléctrica lhe levou o braço esquerdo.
O trauma psicológico foi enorme. Trata-se de uma pessoa que sempre usou as mãos naquilo que fazia - mãos habilidosas. Durante cerca de dois anos, perdeu o alento para a vida e não quis trabalhar. Um dia, pensou que tinha que reagir e mentalizou-se de que conseguiria fazer com um só braço aquilo que já muita gente não consegue fazer com os dois.
Conheci o Sr. Antunes tinha eu 10 anos. Estávamos com um problema no autoclismo de casa e já tinhamos sido enganados por um canalizador que deixou tudo na mesmo. Foi então que a minha mãe resolveu pedir ao Sr. Antunes, que trabalhava na mesma escola que ela (ESEAF), que fosse lá a casa ver se conseguia. Explicou logo que ele não tinha um braço, e que era impressionante a maneira como trabalhava, servindo-se de todo o corpo para ajeitar, segurar coisas, etc. O problema foi resolvido com rapidez e eficiência. Dali em diante, qualquer coisa que se estragava, era a ele que recorriamos.
Hoje, o Sr. Antunes, é um exemplo de superação de barreiras físicas e psicológicas. Mudou de trabalho, para a Escola Superior de Enfermagem de Bissaya Barreto (ESEBB), de modo a ficar mais perto de uma casa que construiu - sózinho.
Na ESEBB, está no quadro como carpinteiro, mas os seus talentos vão muito além - pedreiro, marceneiro, electricista e arranja todo o tipo de coisas - é o perfeito handyman, imprescindível na instituição.
De facto, empregar deficientes compensa. Esta é uma realidade de hoje no mundo empresarial. Apesar de serem poucos os patrões que dão oportunidades laborais a cidadãos com deficiência ou incapacidade, aqueles que o fazem são unânimes. Empregar deficientes tem muitas mais vantagens do que dos subsídios aos quais as empresas têm direito.
Dadas as dificuldades do mercado de trabalho, acrescidas para o caso de pessoas deficientes, aqueles que têm uma oportunidade não querem desiludir o seu empregador: são os primeiros a disponibilizarem-se para trabalhar aos sábados ou gerir picos de trabalho
as empresas, além de melhorarem a produtividade, ganham o respeito dos clientes e a admiração dos funcionários
o absentismo é quase inexistente
orgulho e fidelidade à empresa
transmite boa imagem para o exterior (marketing social) um outro exemplo de marketing social é o facto da cadeia de restaurantes McDonald's, em todo o mundo, empregar negros, asiáticos, etc.
“(...) a recompensa pode ir muito além do consolo moral de se praticar um acto socialmente útil... Não é por filantropia ou miserabilismo que emprego deficientes. É por pura vantagem competitiva."
Ernani Gonçalves, gerente da Silvex

"Já temos deficientes aqui a trabalhar desde há muitos anos. Eram dois surdos-mudos. Agora já só temos um. Na altura em que os empregámos, ainda não havia subsídios. Fizemo-lo não por caridade mas por acreditarmos no seu desempenho. Nunca chegámos a pedir apoios, porque sempre foram vistos como trabalhadores normais e parece-me um paradoxo estar a receber um subsídio por perda de produtividade por um trabalhador dos mais produtivos."
Maria Isabel Antunes, Tipografia Comercial

“Os empresários desconhecem as verdadeiras capacidades de um deficiente. Pô-los à prova é um exercício que poucos estão preparados para fazer. (...) na maioria das vezes tratam o deficiente com excesso de zêlo, numa atitude paternalista. Eles detestam isto. Soa a (...) caridadezinha piedosa.”
Gonçalo Macedo, director de recursos humanos da Sonafi

Dados do INE por sector e por deficiência
Download: gráfico em formato Excel (Office97)
Existem vários sistemas de apoio ao emprego de deficientes.

Veja um apanhado dos mais relevantes aqui mesmo.
Apesar dos apoios e das boas prestações, raros são os empresários que apostam em deficientes e nem todos os incapacitados têm boas habilitações literárias. Para inverter esta tendência foi criada a Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL).

Veja o que apurámos sobre a ARCIL.


"Se tiverem ferramentas para trabalhar e condições humanas adequadas, os deficientes são tão bons ou melhores profissionais(...) São mais empenhados, têm amor à camisola e trabalham mais."
Rui Antunes, sociólogo da ACAPO

Este é um exemplo de sucesso daquilo que pode ser feito. Contudo, outros projectos houve condenados à extinção por falta de apoios do estado:
Centro de Trabalho Protegido da Venda nova
Centro de Formação de Artes Gráficas e Multimedia
Deficoop - cooperativa dos deficientes de Viseu
Mas a realidade actual diz-nos que apenas uma pequena minoria consegue arranjar emprego. Vejamos a situação típica de um deficiente desempregado:
Muitos deficientes vivem da esmolas;
Normalmente o único rendimento fixo que estes têm é a pensão social de 22 contos;
Os projectos que estes porventura teriam para o futuro, são diluídos na tristeza e na miséria;
A génese de uma sensação de exclusão social;
A redução alarmante dos níveis de auto-estima;
Uma alimentação desequilibrada, acompanhada por más condições de higiene, propícias ao aparecimento de doenças infecciosas graves;
Surgimento de problemas psíquicos que agravam ainda mais o estigma seja ele qual for;
O endividamento
A ideia de Eduardo Botelho era haver um contingente especial para o acesso dos deficientes à função pública. Os benefícios fiscais e monetários não chegam. Claro que isto nao seria para todos, mas sim para aqueles que tiverem elevado grau de formação académica e profissional, o que constitui um universo muito pequeno e não seria uma grande carga financeira para o Estado. Isto seria bom até para as empresas privadas terem noção das capacidades dos, aparentemente, incapacitados. Contudo, "não quero dizer com isso que não haja deficientes incapazes. (...) Provavelmente são a maioria. E isto porquê? Porque muitos deles não têm formação (...). (...) se um deficiente estiver desempregado, este vai ter que ser auxiliado pela Segurança Social, através da (...) pensão social. (...) vai posicionar-se como mero consumidor e não como um produtor. (...) considerando que é detentor de um curso superior, está-se a queimar recursos da sociedade e a desperdiçar todo o investimento que o Ministério da Educação fez na sua educação."
Em jeito de conclusão, é importante referir que, no que toca a auxílio a deficientes, todos os políticos são unânimes em boas intenções. Por vezes, não passam de palavras. Outras vezes, ficam consagradas em leis e até na própria constituição, mas não são postas em prática.
Curioso é que, mesmo numa altura em que muitos subsídios da União Europeia destinados a esta área são anunciados, sejam cessados apoios a instituições como as referidas acima.
Links relacionados
(c)1998 João Campos

Fonte: Empregar Deficientes Compensa?s

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