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segunda-feira, 9 de julho de 2012

PENSÃO SOCIAL DE INVALIDEZ


PENSÃO SOCIAL DE INVALIDEZ


As pessoas com deficiência têm direito a uma pensão social, mesmo sem terem feito qualquer desconto para a segurança social. São as pensões do regime não contributivo.

Para muitos é o único rendimento que têm.

Para terem direito a esta pensão, tem de ser confirmada pelo Sistema de Verificação das Incapacidades (SVI) uma incapacidade permanente para toda e qualquer profissão,

A Pensão Social de Invalidez (já era tempo de mudarem este nome Salazarengo) tem agora o valor de 195,40€. 

A esta quantia poderá juntar o Complemento Extraordinário de Solidariedade - 17,54€ (se tiver menos de 70 anos) 35,06€ (se tiver mais de 70 anos). 

Quer dizer que o governo espera que uma pessoa, e ainda por cima uma pessoa com mais despesas por ter uma deficiência, possa viver com 212,94€ por mês. 

Não contentes com tanta insensibilidade social ainda cortam o direito à pensão se a pessoa tiver 167,69€, ou mais, de outro rendimento qualquer.

Mas há mais, se essa pessoa casar com alguém que tenha um rendimento igual ou superior a 251,53€, também fica sem direito à pensão.

É evidente que 251,53€ por mês dá perfeitamente para duas pessoas viverem uma vida digna.

Tudo isto parece mentira, mas não é. 

É a protecção social a que as pessoas com deficiência têm direito... por isso nos indignamos.







TETRAPLÉGICOS: Pensão social de Invalidez

sábado, 9 de junho de 2012

EM CAUSA A FIDELIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL

O que mais entristece no sistema actual da Segurança Social é a abertura para muitos com reformas chorudas e outros que nem sequer trabalharam auferir de pensões.
Por exemplo, eu por invalidez não tenho direito à reforma para a qual descontei a maioria dos anos, é certo que não tenho os anos todos que pretendem, mas pelo menos me davam algo, quem sabe uma esmola.
Alegam que uma vez tenho a pensão atribuída pelo acidente de trabalho, é o bastante, concordo, mas o que dizer de muitos que amontoam pensões e reformas de um lado e outro?
É absurdo o que a Segurança Social e a Troika estão a implementar aos cidadãos portadores de deficiências, como outros que já tiveram regalias sociais ao que agora foram tiradas.

Reparem no exemplo seguinte:




Eu, David Grachat, portador de deficiência física - mal formação congénita (amputado da mão esquerda), encontro-me há mais de 1 ano e 6 meses numa luta com o Serviço Português da Segurança Social, serviço esse que me retirou os meus direitos enquanto cidadão com deficiência.
Para provar a minha má formação perante este serviço social, fui obrigado a enviar mais de 50 e-mails, cartas, entre tantos outros, os quais não obtive qualquer resposta.
Um ano e seis meses depois, vejo que nada foi feito e que por ordem divina a minha mão esquerda cresceu, não me tivessem sido cortados os meus direitos desde o dia 21 Janeiro de 2011. Sim meus caros, como por milagre "legalmente" cresceu-me uma mão, a qual nem eu nem nenhum de vocês consegue ver, só e apenas o serviço da Segurança Social! 
Depois de fazer tudo pelo meu pais, representando-o ao mais alto nível (sendo que sou atleta PARALÍMPICO), é assim que me "pagam" !! 
Obrigado PORTUGAL, por seres um país em que só temos deveres e direitos, zero !!!

Quem puder que partilhe esta situação vergonhosa, pois como eu, existem muitos outros cidadãos penalizados injustamente por este sistema!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

LEIRIA ACESSÍVEL_CAIXA GERAL DEPÓSITOS

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ANTES TINHA UM ACESSO RAMPA-DO  PARA DEFICIENTES DE CADEIRA DE RODAS, OU ATÉ MESMO CIDADÃOS DE MOBILIDADE REDUZIDA COMO SE VÊ NA IMAGEM.
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AGORA TEMOS, OU TENHO EU, 
DOIS DEGRAUS PARA SUBIR.

CONTINUAMOS ANDAR PARA TRÁS QUANDO JÁ DEVÍAMOS TER TUDO COMO A LEGISLAÇÃO ORDENA.

ACESSIBILIDADES OU ESTÁS?

EXCESSO VELOCIDADE


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OU EXCESSO DE AUTORIDADE?
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sábado, 14 de abril de 2012

LEIRIA ACESSÍVEL


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DEPOIS DE TER VERIFICADO MELHORIAS DE ACESSIBILIDADES MELHORADAS EM LEIRIA,  COMO AS TRÊS PASSAGENS NOVAS NA AVENIDA MARQUÊS POMBAL, SENTI-ME NA OBRIGAÇÃO DE ELOGIAR O ERÁRIO CAMARÁRIO PARA O ASSUNTO.

SÓ QUE NO DIA DO IMPULSO ELOGIOSO, FAÇO UMA PEQUENA DIGRESSÃO AO MERCADO SEMANAL EM LEIRIA, E EIS QUE DEPARO-ME DE NOVO COM OS VELHOS PROBLEMAS PARA OS PORTADORES DE MOBILIDADE REDUZIDA, ASSIM COMO EU MUITOS OUTROS FICAM PRIVADOS DE ACESSIBILIDADES.
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VEJAMOS,  LOGO AO FIM DO PASSEIO QUEM VEM DO LADO DO ULMAR, ESBARRA COM ESTA PASSADEIRA SEM ACESSO AOS TRAÇOS DE PASSAGEM PARA PEÃO.
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SE VIER SÓ, TERÁ QUE PEDIR AJUDA A OUTRO PARA DESCER O LOCAL E PASSAR A ANDAR NA VIA DESTINADA AOS VEÍCULOS AUTO.
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FRENTE À PISCINAS MUNICIPAIS, QUEM VEM DO PARQUE DO ESTÁDIO, É MENTIRA.
TEM QUE IR PELO TRAJECTO AUTOMÓVEL SE QUISER FREQUENTAR AS MESMAS.
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A ÚNICA PASSAGEM NIVELADA E ACESSÍVEL, PÁRA NO PASSEIO PARA OS AUTOCARROS, PARA O PARQUE DO ESTÁDIO TERÁ QUE IR PELA VIA AUTO, OU ENTÃO PEDIR A UMA PESSOA QUE PASSE PARA DESCER, O MESMO QUE ME ACONTECEU.
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QUEM VEM PELO LADO ESTÁDIO MAGALHÃES PESSOA PARA IR À NERLEI TRATAR DE ALGO, NÃO SOBE, TERÁ QUE IR PELO PARQUE A FORA ATÉ À SAÍDA DO MESMO FRENTE À PORTA SUL.
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TEM ESTA PASSAGEM NIVELADA AO PASSEIO QUE SÓ SERVE DE LOMBA, PORQUE PARA A SUBIR TEM O MESMO PROBLEMA QUE EU TIVE NESTA AVENTURA, PEDIR AJUDA.
NA IMAGEM ANTERIOR É O SEGUIMENTO DESTA PASSADEIRA.
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ESTA A A SAÍDA PARA O PARQUE DA NERLEI DA PASSADEIRA ACIMA, NÃO TEM MAIS NENHUM SEGUIMENTO E DESCIDA PARA OS DE MOBILIDADE REDUZIDA.

VEJO-ME ASSIM OBRIGADO A DIZER QUE TUDO O QUE SE TEM FEITO EM LEIRIA NÃO TEM VINDO AO ENCONTRO DOS DE MOBILIDADE REDUZIDA E AS ACESSIBILIDADES EM LEIRIA É UMA MERA MIRAGEM.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

DIA A DIA DOS DITOS COITADINHOS

 
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OS ACESSOS SÃO ENTRAVES AO NOSSO SUCESSO.
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MESMO A PAGAR, 
SOFREMOS COM AS ACESSIBILIDADES. 
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SE VENCEMOS UMA COMPETIÇÃO,
OS DITOS NORMAIS PASSAM A PRIMEIRO PLANO.
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SE ELA ENGRAVIDA POR AMOR,
OS NORMAIS DITAM AS SUAS PRAGAS.
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SEMPRE QUE ESTENDEMOS A MÃO,
SOMOS TRATADOS COMO PEDINTES.
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SEM COMENTÁRIOS.
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MESMO QUE QUEIRAMOS PARECER NORMAIS,
VEM SEMPRE O TRATAMENTO VIP.
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sábado, 27 de agosto de 2011

CIDADÃO COMUM


Temos de assegurar uma vida digna ao cidadão comum, defende Presidente
Cavaco Silva diz que se está a chegar ao limite dos sacrifícios exigidos ao portugueses. Em Campo Maior, o Presidente da República deixou ainda o alerta para a necessidade de recursos para situações de emergência.






sábado, 9 de julho de 2011

INJUSTIÇA NA SAÚDE

Lamentam-se tantas mortes, a ultima que mais se badala pelos cantos deste país, é da do Angélico, mas também já não se recorda da outra vítima mortal, nem sequer se fala do nome dela, bem como tantos outros que é o dia-a-dia da vivência humana.
Com oito anos, a IARA lutou contra a leucemia, mas viu o tratamento interrompido por falta de medicamentos.



IARA tinha um lindo sorriso e perdeu-o com a deliberação na saúde.
Perdeu a guerra para a qual não contribuiu.
Ninguém tem o direito de morrer nem escolher a forma de o fazer, quanto mais outros contribuírem para isso com a justificação de cortes de orçamento na saúde.

É INJUSTO E IMORAL O MODO COMO SE CORTA A VIDA PREMATURAMENTE A QUEM TENTA SORRIR



domingo, 12 de junho de 2011

MARCHA PELA IGUALDADE


Autarquias falham apoio


Eduardo Jorge, tetraplégico e um dos membros da organização da Marcha pela Igualdade, que ontem juntou cerca de 200 deficientes na avenida da Liberdade, em Lisboa, apontou duras críticas às autarquias, que "ignoraram os apelos" dos deficientes para a obtenção de transporte para a iniciativa.








Apenas Miranda do Douro, Abrantes e Lisboa foram referidas pela positiva, por terem cedido viaturas. A acção governativa de José Sócrates foi também contestada pelos manifestantes, que reclamaram do futuro primeiro-ministro, Passos Coelho, que reponha os benefícios extintos. Ana Gonçalves, 28 anos, portadora de uma doença neuro-muscular, dá o seu exemplo: após ter trabalhado num gabinete de acção social, foi-lhe retirada a prestação mensal de 170 euros.

A jovem explica que só pode estar na manifestação porque os amigos acederam a deslocar--se a Lisboa. Por sua vez, Felisbelo Correia, 43 anos, paraplégico desde os sete anos, devido a atropelamento, diz receber uma pensão de 290 euros, que considera "uma miséria". Rosário Morgado, 55 anos, paraplégica em consequência da poliomielite, critica a "falta de guias" no transporte por ambulância.


saude/autarquias-falham-apoio

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ALJUSTREL _ ANDRÉ TEM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA

Vida entre sofá e cama

Quando chega a casa à sexta-feira, André Figueira, de 18 anos, tem pela frente um fim-de-semana entre o sofá e a cama. O jovem, natural de Messejana, no concelho de Aljustrel, sofre de deficiência múltipla. A casa onde vive com os pais e o irmão mais novo é muito pequena e não está adaptada para o uso da cadeira de rodas.











Os quase 70 quilos de André impedem os pais de o levar com regularidade à rua. "Tem de ser tudo a poder da força de braços. E como pesa muito, também não conseguimos sair com ele à rua. Custa muito passar todos os fins-de-semana assim", contam os pais, Humberto, de 37 anos, e Márcia, de 34, que nos dias em que estão em casa com o filho se sentem impotentes para lhe dar mais conforto e tranquilidade.

Durante a semana, André está internado no Centro de Paralisia Cerebral de Beja, associação em que é seguido e acompanhado, mas os sábados e domingos são passados em casa com os pais e o irmão mais novo, o pequeno Dinis, de cinco anos.

"São dias sem qualquer qualidade de vida para ele", lamenta Humberto Figueira. O casal tem vindo, há já algum tempo, a solicitar junto da Câmara Municipal de Aljustrel uma habitação que ofereça melhores condições para a mobilidade do jovem André.




vida-entre-sofa-e-cama

segunda-feira, 2 de maio de 2011

'' HÁ PETRÓLEO NO BEATO, MAS NÃO HÁ MOBILIDADE ''

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RUAS DO BEATO TRAVAM MOBILIDADE


"Embora as questões relativas às acessibilidades se encontrem no âmago das nossas preocupações, não estão contempladas no rol de competências e respectivo orçamento delegadas pela Câmara Municipal de Lisboa". É desta forma que Hugo Pereira, presidente da Junta de Freguesia do Beato, em Lisboa, justifica as queixas de João Paulo Martins, de 33 anos, em circular pelas ruas da freguesia.


O autarca diz que a junta diz-se sensível aos apelos da população, acrescentando que, sempre que possível, executa desnivelamentos de calçada em passadeiras, bem como pequenas rampas de cimento ou chapa. "Já construímos cerca de 20 desnivelamentos em passeios e temos mais de 13 casos em que desviámos mobiliário urbano para a passagem de cadeiras de rodas. Temos seis casos para resolver, alguns através da colocação de pilaretes", explica o responsável, sublinhando que há situações que carecem de autorização, o que arrasta a concretização da obra.

Relativamente aos buracos no pavimento, o presidente atribui a sua origem às obras de requalificação que estão a ser desenvolvidas na Mata da Madre Deus, que incluem a modernização dos sanitários públicos.

saude/ruas-do-beato-travam-mobilidade-a-joao

'' ACESSIBILIDADES PARA TODOS QUANDO? ''

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SEGURANÇA SOCIAL ATENDE UTENTE NA RUA

Para Vítor Hugo Costa, Portugal está "muito atrasado no que respeita a acessibilidades, continuando a discriminar as pessoas com dificuldades motoras".




À Câmara de Cascais pediu uma casa camarária para a poder adaptar às suas limitações. Na actual casa, paga uma renda de 450 euros e não tem uma casa de banho adaptada, nem sequer consegue entrar no quarto do filho. A resposta da autarquia foi que o seu caso não era prioritário. Quando precisa de ir à Segurança Social de Cascais tem de esperar que uma funcionária saia e é na rua que trata dos assuntos pessoais, pois as escadas impedem a sua entrada.

Contactada pelo CM, a Segurança Social garante que o atendimento passará a ser feito na nova Loja do Cidadão de Cascais, estrutura que vai abrir em breve e garantirá o acesso a todos os cidadãos.

Já a Câmara de Cascais admite ao CM a recepção do pedido de ajuda de Vítor Hugo. Mariana Ribeiro Ferreira, vereadora da Acção Social, garante que a situação é acompanhada desde 2004. "Segundo informação do Serviço de Apoio Domiciliário a habitação onde reside hoje reúne as condições básicas de habitabilidade e acessibilidade", sublinha a responsável.


nacional/saude/seguranca-social-atende-vitor-na-rua

sábado, 30 de abril de 2011

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''

“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”

A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.




"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.
"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

Leia mais: nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

quinta-feira, 28 de abril de 2011

'' MULTIBANCO ACESSÍVEL ''

Alexandro sem acesso às caixas multibanco

Luís Alexandro, de vinte anos, sente-se marginalizado quando quer levantar dinheiro e encontra um degrau que o impede de chegar à caixa multibanco em Matarraque, Cascais, onde reside, ou quando não consegue aceder às cabines telefónicas, por estas estarem muito elevadas.


E até na Escola Secundária de São João do Estoril, que o jovem frequenta, há pavilhões que não estão adaptados para pessoas com deficiência motora.
Contactado pelo CM, o Ministério da Educação garante que a escola de São João do Estoril pertence ao grupo das que vão integrar a fase IV do Programa de Modernização de Escolas Secundárias. Adianta que a questão dos acessos é sempre tida em conta no âmbito das intervenções da Parque Escolar.
A SIBS, empresa que gere as máquinas de multibanco, esclarece que o elevado número de ATM por habitante – o maior da Zona Euro – permite que haja na proximidade imediata de um equipamento com menor facilidade de acesso outro cujas características asseguram a melhor acessibilidade. Já a PT disse ao Correio da Manhã que existem em Portugal cerca de 500 cabines telefónicas para clientes com necessidades especiais, estando ainda programada a implementação de mais 300 infra-estruturas.

"ACHO-ME CAPAZ DE FAZER TUDO"...

Leia mais no Correio da Manhã; saude/alexandro-sem-acesso-as-caixas-multibanco



Outro problema que os de mobilidade reduzida são confrontados é com o teclado, ora se sentados não passam de o máximo de metro e vinte de altura e terão que ser altos, não conseguem ver as teclas dado que o teclado de muitas caixas multibanco são em plano recto, e em altura acima de um metro do solo, o que dificulta fazer qualquer operação como a tão simples a do levantamento de dinheiros.
Para isso ainda tem que socorrer de uma terceira pessoa, porque muitos cartões já foram guardados pelos erros consecutivos que fazemos.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

'' MARVÃO _ VILA MEDIEVAL ACESSÍVEL ''

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Apesar de ser uma vila histórica da época medieval, Marvão não deixou de pensar nas pessoas com mobilidade reduzida na altura de remodelar e requalificar os acessos ao castelo. Ainda com as obras a decorrerem, é o próprio César Lopes, de 42 anos, tetraplégico e natural daquela localidade, que reconhece que os responsáveis tudo têm feito para que a sua mobilidade por qualquer recanto seja o menos dificultada possível.

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"As ruas calcetadas têm uma passadeira onde a cadeira anda melhor. Nas obras do castelo, o piso vai ficar direito e com acessibilidade, mas ainda há sítios onde não consigo chegar", disse ao CM. Nesses locais onde há degraus, como a câmara, o museu, os CTT

e a junta de freguesia, César diz que tem sorte de viver num "local onde toda a gente se conhece", resolvendo facilmente qualquer problema ou assunto que precise de tratar.

Também os comerciantes estão sensíveis aos problemas das pessoas sem mobilidade. Fernando Rosado, do restaurante Varanda do Alentejo, um dos locais que César frequenta, diz que a remodelação do seu espaço vai incluir rampas e um elevador para cadeiras de rodas: "Temos de estar preparados. Ninguém sabe o dia de amanhã."

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"O QUE MAIS ME CUSTOU FOI NÃO FALAR"


Já passaram mais de vinte anos desde que um acidente de viação deixou tetraplégico César Lopes, de 42 anos. Na flor da idade, este aficcionado pelos touros, pelo futebol e candidato a entrar para a GNR despistou-se ao volante de uma Renault 4L, entre Portagem e a fronteira com Espanha, no concelho de Marvão. César esteve entre a vida e a morte, mas confessa que o maior trauma veio de não se conseguir exprimir por palavras durante os primeiros dois anos em que ficou tetraplégico.

"Foi muito duro, mas graças à equipa do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que me acompanhou, recuperei a fala", disse ao CM o homem que há seis anos se movimenta numa cadeira eléctrica que lhe permite alguma liberdade. "Esta cadeira foi a melhor coisa que me aconteceu. Vou a todo o lado aqui em Marvão, enquanto que antigamente estava mais dependente porque a cadeira era manual." César, que tem um orgulho enorme na mãe, "companheira de todas as horas", recebeu da Associação Salvador um computador adaptado às suas dificuldades e um ar condicionado que serve para climatizar a divisão da casa em Marvão onde passa mais tempo, o seu quarto, que antes era "muito quente no Verão e muito frio no Inverno".


Fonte: Correio da Manhã 25-04-2011

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quarta-feira, 9 de março de 2011

'' ACESSIBILIDADES_ROSSIO AO SUL DO TEJO ''


Muito se fala, muitas promessas, muito dinheiro para os fins em causa, e obras a dois dias do final do decreto lei sobre as acessibilidades, somos deparados com situações absurdas e sem controlo dos intervenientes.

Fui obrigado a ter que colocar aqui um post de um amigo que fala de exemplos com imagens que nos podem dar uma alusão ao que se passa no nosso país, muito para fazer com relação aos de mobilidade reduzida.

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cadeira de rodas,mghorta,deficientes
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