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segunda-feira, 9 de maio de 2011

PEDIDOS DE AJUDA

131 PESSOAS PEDIRAM AJUDA A SALVADOR

O número de pessoas que se candidataram à Acção Qualidade de Vida da Associação Salvador, iniciativa que promove a integração social de pessoas com deficiência motora, chegou aos 131.



O valor dos pedidos ultrapassa os 850 mil euros, embora a associação só tenha 100 mil euros para distribuir. As candidaturas estão agora em processo de validação, até dia 16.
Nas três edições anteriores da iniciativa – 2008, 2009 e 2010 –, foram atribuídos apoios a 30 pessoas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

'' CÂMARA DE TAVIRA E O TURISMO ''



Enquanto se gasta milhões de euros em TURISMO, eis que a Câmara de Tavira não têm acessos para os de mobilidade reduzida.

De AS RODINHAS


Passeios e edifícios sem rampas, falta de respeito pelos lugares de estacionamento para deficientes e caixas prioritárias nos supermercados e os difíceis acessos às praias são alguns dos problemas apontados por Elsa Ramos, de 35 anos, residente em Tavira, no Algarve, e paraplégica desde 2004.
"Têm grande impacto em pessoas com deficiência. A falta de uma rampa ou elevadores na Câmara de Tavira e em tantos outros edifícios públicos e particulares, impede-me de lá ir sozinha resolver qualquer assunto", explica Elsa. Contactado pelo CM, José Graça, adjunto do presidente da câmara, Jorge Botelho (PS), garante que "esses problemas vão ser solucionados, com obras que decorrerão no próximo ano".
Elsa Ramos queixa-se ainda da dificuldade em trabalhar na sua profissão. "Antes do acidente trabalhava num estúdio fotográfico, em Tavira, e era considerada boa profissional. Quando me apresentei numa cadeira de rodas, o patrão disse-me que já não me queria", revela Elsa, que actualmente trabalha por conta própria, fotografando em casamentos, baptizados e festas: "Nos baptizados, tenho de ser levada pelo meu irmão, pois a cadeira de rodas não cabe na sacristia". Apesar das dificuldades, Elsa não desiste e está agora a tirar um curso de Multimédia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

'' HÁ PETRÓLEO NO BEATO, MAS NÃO HÁ MOBILIDADE ''

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RUAS DO BEATO TRAVAM MOBILIDADE


"Embora as questões relativas às acessibilidades se encontrem no âmago das nossas preocupações, não estão contempladas no rol de competências e respectivo orçamento delegadas pela Câmara Municipal de Lisboa". É desta forma que Hugo Pereira, presidente da Junta de Freguesia do Beato, em Lisboa, justifica as queixas de João Paulo Martins, de 33 anos, em circular pelas ruas da freguesia.


O autarca diz que a junta diz-se sensível aos apelos da população, acrescentando que, sempre que possível, executa desnivelamentos de calçada em passadeiras, bem como pequenas rampas de cimento ou chapa. "Já construímos cerca de 20 desnivelamentos em passeios e temos mais de 13 casos em que desviámos mobiliário urbano para a passagem de cadeiras de rodas. Temos seis casos para resolver, alguns através da colocação de pilaretes", explica o responsável, sublinhando que há situações que carecem de autorização, o que arrasta a concretização da obra.

Relativamente aos buracos no pavimento, o presidente atribui a sua origem às obras de requalificação que estão a ser desenvolvidas na Mata da Madre Deus, que incluem a modernização dos sanitários públicos.

saude/ruas-do-beato-travam-mobilidade-a-joao

sábado, 30 de abril de 2011

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''

“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”

A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.




"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.
"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

Leia mais: nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

terça-feira, 21 de julho de 2009

'' PRAIAS DE SESIMBRA MAIS APETITOSAS PARA DEFICIENTES ''


As praias da vila de Sesimbra estão mais uma vez acessíveis aos cidadãos portadores de deficiência ou mobilidade reduzida.
Os dois Tiralôs, cadeiras anfíbias, disponibilizados gratuitamente pela autarquia podem ser utilizados por instituições que trabalham com pessoas com deficiência ou com mobilidade condicionada e por todos os particulares que estejam nestas condições.
Os equipamentos, que permitem o acesso ao mar em segurança, podem ser requisitados junto do concessionário da praia e a sua utilização é gratuita.








Fonte: Câmara Municipal de Sesimbra :: Notícias - Sesimbra, uma praia sem ...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

'' ABRIU A CAÇA AO VOTO ''





Boletins de voto em braille vão ser distribuídos, pela primeira vez, nas eleições europeias em várias assembleias de voto, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna.
Numa resposta enviada à Agência Lusa, após a Associação Portuguesa de Deficientes ter denunciado que o direito ao voto dos deficientes "não está garantido", o gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Magalhães, refere que em colaboração com a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) foram produzidos, pela primeira vez, "fac-similes de boletins de voto em braille que serão distribuídos pelas várias assembleias de voto".
A Associação Portuguesa de Deficientes refere que "muitas pessoas com mobilidade condicionada não poderão exercer o seu direito de voto, porque não estão asseguradas condições para esse exercício".
Segundo a associação, o Estado "não garante" a acessibilidade física aos locais de voto às pessoas com deficiência motora e o acesso ao sistema de votação aos deficientes visuais.
De acordo com o gabinete de José Magalhães, a Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI) estabeleceu contactos com as associações com vista a "preparar e desenvolver um conjunto de acções que visam assegurar melhores condições para o exercício do direito de voto de pessoas com necessidades especiais", nomeadamente a necessidade de se encontrarem edifícios com "boas acessibilidades para o exercício de voto dos deficientes".
Na nota, o gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna salienta que a Comissão Nacional de Eleições tem feito apelo idêntico para que se consiga instalar as assembleias de voto em locais com acessibilidade para pessoas com capacidade reduzida, além dos "Guias Práticos dos Processos Eleitorais" destacarem esta matéria junto de quem tem competência para fixar os locais de voto.
O gabinete de José Magalhães diz ainda que ao longo dos últimos anos foi possível que muitas assembleias de voto passassem para pisos térreos e instalassem, nalguns casos, rampas amovíveis de acesso para cadeiras de rodas.
Fonte: Expresso

sábado, 30 de maio de 2009

'' OBRIGADO ''


É com alegria que passo aos meus amigos e leitores a referência que deram ao meu espaço.
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Aos que visitam, não custa nada clicar ali ao lado e dar uma forcinha para meu ranking no TopBlog.

domingo, 29 de março de 2009

'' ELEIÇÕES E DEFICIENTES MILITARES ''


Os que deram a sua juventude pelo país, muitos ficaram deficientes, e com as eleições à porta, que sempre foram esquecidos pelos governos socialistas, parece que vão ter uma prenda para as suas necessidades de saúde, a menos que seja mais uma estratégia do governo em prática para alcançar votos, porque promessas está esta classe cheia.
Sempre que se aproximam eleições, lá vem mais umas promessas, e desta vez tocou a uma das maiores vozes contestadoras do deficiente, que são os das forças armadas.
Esquecidos de apoios, esquecidos de seus direitos em serem servidos em hospitais civis, agora parece que vão ter um chouriço magro, umas promessas que vem a calhar, pena que algumas sejam só para o papel, porque na prática poderá vir a pautar pela ausência.
Os cuidados de saúde dos deficientes das Forças Armadas deverão passar a ser assegurados pela Assistência na Doença aos Militares (ADM). Com o novo regime, mais de dez mil deficientes militares passarão a beneficiar de uma rede de prestação de cuidados médicos mais alargada, actualmente restrita aos três hospitais militares.





Leia mais: 10 mil deficientes com mais apoios
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