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sexta-feira, 10 de junho de 2011

LICENCIADA EM PSICOLOGIA SOCIAL


“Fico barrada no metropolitano”

Com dez anos Madalena Brandão, de Lisboa, apercebeu-se de que ia deixar de andar. Quatro anos mais tarde ficou presa numa cadeira de rodas. "Foi um alívio, é mais fácil do que andar de muletas pois tenho uma maior liberdade de movimentos", explicou ao CM a jovem de 27 anos licenciada em Psicologia Social. A jovem sofre de Polineuropatia, um distúrbio neurológico que se traduz por uma disfunção simultânea de vários nervos periféricos.






Duas vezes por semana, Madalena faz voluntariado na Associação dos Deficientes das Forças Armadas e, embora não seja uma pessoa ambiciosa, os projectos são imensos: "Quero arranjar um emprego na área social e comunitária".

Sofre, porém, com a falta de sensibilidade das pessoas que ocupam os lugares reservados a deficientes e a ausência de infra-estruturas acessíveis nas instalações do Metro de Lisboa, onde os elevadores estão sempre desligados ou avariados. "Evito andar de metro porque sei que vou ficar barrada à espera de que a minha mãe vá chamar uma funcionária para ligar o elevador, o mais irónico é que depois volta a desligá-lo", diz.

NOVOS CONTACTOS

Confrontado pelo ‘CM’, a empresa Metro de Lisboa diz que não é possível ligar e desligar os elevadores com a facilidade descrita pela utente. "Seria bom e muito útil", sublinha a transportadora. A empresa está a implementar novos contratos de manutenção.

Gabinete de comunicação, Metro de Lisboa

Sente dificuldades de mobilidade no seu dia-a-dia?

Conte-nos o seu caso. Contacte--nos através do 213 185 382 ou do e-mail sociedade@cmjornal.pt


barrada-no-metropolitano

quarta-feira, 8 de junho de 2011

BARREIRAS ARQUITECTÓNICAS SEM SOLUÇÃO


Escadas complicam

João Matias, de 23 anos, deficiente motor congénito, por causa de espinha bífida, tem feito palestras em colaboração com a Associação Salvador sobre a acessibilidade e integração de pessoas com deficiência. "As pessoas ficam um bocado incrédulas como é que há tantas barreiras arquitectónicas sem solução", afirma.






No dia-a-dia, na Benedita, Alcobaça, onde reside, é confrontado com muitos obstáculos. Dá o exemplo de passeios sem rampas com a devida inclinação, acessos difíceis aos contentores do lixo e escadarias na sede da junta de freguesia.

A terminar a licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia na Escola Superior de Educação de Santarém, João Matias está a estagiar como designer gráfico numa empresa na Benedita. "Sinto-me muito útil à Associação Salvador, que me abriu portas. Estou em negociações com um realizador para um documentário sobre a minha vida, ou mesmo uma telenovela, com uma personagem à minha medida", revela. Em conjunto com as colegas Filipa Agostinho e Alexandra Vicente, no âmbito da cadeira de Publicidade e Marketing, está a desenvolver um aparelho para surdos poderem ouvir música através da vibração. O Vibe 4 Life está neste momento à espera que alguém financie o protótipo e o comercialize.




escadas-complicam

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CADEIRA DE RODAS É UMA PRISÃO


Em 2008 foram aprovados 58 projectos no valor de 9,3 milhões de euros, para tornar as cidades mais acessíveis. Pouco foi feito fernando veludo Barreiras A cadeira de rodas é um outro apartheid As cidades podem ser um inferno para quem sofre de mobilidade reduzida. Apesar dos apoios. Apesar dos apelos e das campanhas. A partir de amanhã, há mais milhões para tirar obstáculos do caminho. Até agora, o que fizemos? Pouco, muito pouco Por Marisa Soares "As cidades não estão preparadas para nós."

Jorge Falcato, 56 anos, paraplégico desde os 24, lamenta-se enquanto aponta para locais onde a sua cadeira de rodas, muitas vezes, não entra. Edifícios públicos, restaurantes, discotecas, monumentos, transportes públicos, espaços verdes. "Limito a minha vida aos locais onde tenho a certeza que posso ir." "Não conheço bem a minha cidade." Que cidade é esta, livre para alguns, acessível para a maioria, uma prisão para outros que se tornam uma minoria invisível?

Há um exercício que se pode fazer e que resulta elucidativo: assinalar a negro num mapa todas as barreiras que encontramos numa cidade, por exemplo Lisboa. Jorge Falcato, que se move numa cadeira de rodas há 32 anos, já se deu a este trabalho, recorrendo a autocolantes. O arquitecto garante que se tivesse marcado cada obstáculo com um ponto negro, o mapa da capital transformar-se-ianuma "enorme mancha negra". Pessoas com mobilidade reduzida vivem ainda "um regime de apartheid não decretado e invisível aos olhos do cidadão comum". Pedro Oliveira, a quem a paralisia cerebral não impediu de ser investigador na área da ciência e tecnologias de inovação, tem outra crítica: "A acessibilidade ainda não é uma questão estratégica para o país." Quem sofre na pele as agruras de muitas pessoas com mobilidade reduzida considera que "devia haver incentivos, tal como há para a inovação tecnológica". Porque Portugal tem "um dos melhores sistemas internacionais de legislação sobre a deficiência".

Mas a lei não basta.

O diploma sobre a promoção da acessibilidade, de 2006, é generoso, como acontece muitas vezes, mas os resultados até agora são, no mínimo, insuficientes. A legislação previu que em 2017 as cidades portuguesas estariam livres de barreiras físicas e que os espaços públicos seriam acessíveis a todos, sem excepção. É o princípio da não-discriminação. "A acessibilidade é uma questão de direito", sublinha Falcato. O problema é que uma promessa tão antiga poderá não ser cumprida tão cedo.

"Os privados ainda não perceberam que a acessibilidade é um bom investimento", até porque as pessoas com mobilidade reduzida nunca andam sozinhas. No turismo, o país ainda não fez o trabalho de casa. Segundo um relatório de avaliação de Fevereiro de 2010, dos 13 locais que Portugal tem classificados como património mundial, apenas dois têm acesso parcial para cidadãos em cadeira de rodas. Já os oito casinos do país são completamente acessíveis.

Em Lisboa, a parte antiga e mais turística da cidade - como o Bairro Alto e Alfama - é inacessível. "É uma pena não conseguirmos ir ao Castelo de S. Jorge com os nossos clientes", nem ouvir fado, lamenta Ana Garcia, directora da agência de viagens Accessible Portugal, a primeira agência vocacionada para viagens e turismo acessível para pessoas com mobilidade reduzida. "As ruas são estreitas, não há estacionamento, há pinos a fechar as ruas...", nota. Com o envelhecimento cada vez mais acentuado da população - o que aumenta o grau de dependência - e a expansão do turismo senior, vamos querer ficar para trás?

A primeira legislação nesta matéria é de 1982, mas foi revogada depois de o então primeiro-ministro, Cavaco Silva, ter adiado a sua entrada em vigor. "Mais de 50 por cento das habitações foram construídas depois disso. Podíamos ser hoje um dos países mais acessíveis do mundo", sublinha Falcato, arquitecto de profissão. Mas perdemos a oportunidade. Porquê? "Os políticos não quiseram abrir os cordões à bolsa."

Pouco foi feito

"A maior parte das autarquias não tem meios para as obras, nem as define como prioritárias", assinala por seu lado o arquitecto Pedro Gouveia, especialista nesta matéria. Ao contrário do que acontece, por exemplo, na Catalunha, em Espanha, onde dois por cento do orçamento municipal se destina a eliminar barreiras físicas, tal não está previsto na lei portuguesa das finanças locais. "Não há um verdadeiro compromisso", vinca Gouveia.

Se nos anos de 1980 era caro tornar um edifício acessível, hoje será muito mais. Por isso, "reservar um por cento dos orçamentos locais para esses fins seria um bom começo", propõe Paula Teles, arquitecta e especialista em acessibilidade. Enquanto tal não acontece, a solução pode estar nos fundos comunitários. A partir de amanhã, câmaras e associações de municípios podem candidatar-se, até 14 de Setembro, ao programa RAMPA (Regime de Apoio aos Municípios para a Acessibilidade). Cada projecto pode ser financiado até 300 mil euros, um apoio que vai desde a planificação até à execução da obra, explica Rui Fiolhais, gestor do Programa Operacional do Potencial Humano, que financia este apoio aos projectos que tornem as cidades mais acessíveis a todos.

Em 2008, foram aprovados 58 projectos, que valiam 9,3 milhões de euros. Destes, 47 foram apresentados por câmaras municipais. Foram atribuídos 8,3 milhões para a criação de planos locais de acessibilidade, que têm de estar concluídos até ao final deste ano, porque depois disso o dinheiro deixa de estar disponível. Até agora, só foi executado 21 por cento do montante atribuído.

Mas será que os planos locais vão garantir cidades acessíveis em 2017, como previa a lei? "Não serão suficientes, se não existir vontade política", frisa João Cotim, o primeiro provedor municipal e metropolitano dos cidadãos com deficiência, cargo criado em 2002 pela Câmara do Porto. Esta cidade ainda não tem um plano local de acessibilidade, tal como Lisboa, onde só em Junho foi constituída a equipa que vai elaborar o documento. "Os planos poderão contribuir para que em 2017 o saldo seja mais positivo em termos de acessibilidade", reconhece Lia Ferreira, arquitecta e adjunta do provedor, paraplégica desde os quatro anos. Porém, "corremos o risco de, em vários casos, se limitarem ao que são: planos".

Bons exemplos

Palmela, Portimão e Vila Real de Santo António são as cidades apontadas por Rui Fiolhais como bons exemplos, na apresentação do RAMPA, anteontem. Palmela tem já um plano de acessibilidade em estado avançado; Portimão inaugurou em Junho a Rota Acessível, um percurso de sete quilómetros pelos principais locais da cidade; e Vila Real de Santo António tem a brigada "passo a passo" para eliminar barreiras.

As três integram a Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, que conta com 74 municípios. A rede foi lançada pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território em 2003, Ano Europeu de Pessoas Portadoras de Deficiência, e desafiou os municípios a tornarem uma área central do seu espaço público mais acessível, de forma faseada. Dez municípios estão ainda a acabar o projecto.

Mas ainda há muito por fazer, por exemplo, nas universidades. "Quando tirei o curso [na década de 1980], a acessibilidade estava longe dos planos curriculares", conta Jorge Falcato. O Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência e Incapacidades previa a criação até 2009 de um guia de recomendações para incluir as questões do design universal nos currículos das universidades e escolas técnicas. Esse plano tinha 99 medidas. Dezanove continuam por aplicar. Uma delas foi o financiamento de obras em prédios com espaços comuns para eliminar barreiras. O apoio podia ir até aos 3000 euros por habitação, mas a medida não saiu do papel.

Não se sabe quantos edifícios são acessíveis em Lisboa. O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) é responsável por essa avaliação e tem de publicar anualmente um relatório. Questionado sobre este assunto, o IHRU não respondeu. Jorge Falcato, arquitecto, 56 anos, há 32 numa cadeira de rodas.

Fonte: A cadeira de rodas é um outro apartheid | LERPARAVER

terça-feira, 17 de maio de 2011

CASA É PRISÃO PARA JOVEM

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Casa é a ‘prisão’ do jovem Ryan

No espaço de um ano, Ryan Pequito sai de casa quatro vezes. E, quando o faz, tem de "rebolar" pelos oito degraus que o separam do mundo exterior.



Partiu a coluna na sequência de uma queda em Alcântara, aos 32 anos. Tinha chegado da África do Sul há apenas dois meses. A casa onde vive com a família, em Vale de Milhaços (Seixal), é emprestada e cheia de obstáculos: o quarto de Ryan é na cozinha, porque nas restantes divisões falta espaço para a cadeira de rodas. A casa de banho também não está adaptada. "Habituarmo-nos às limitações motoras leva algum tempo, mas no fim acabamos sempre por reaprender a viver, somos forçados a isso", desabafa o licenciado em Design Industrial, hoje com 34 anos. A família de Ryan vive com dificuldades económicas, pois estão todos desempregados e não recebem ajuda do Estado. Dependem do apoio de familiares e de instituições sociais, nomeadamente da Cooperativa Nacional de Apoio a Deficientes.

FALTA AUTORIZAÇÃO
Estamos a aguardar a autorização do proprietário da casa para avançar com o processo de adaptação da habitação, mais concretamente da garagem. Em análise, está também o pedido de uma habitação camarária em conjunto com a autarquia do Seixal.

Coop. Nac. de Apoio a Deficientes

saude/casa-e-a-prisao-do-jovem-ryan
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sábado, 14 de maio de 2011

ACESSIBILIDADES NO BAIRRO DA AMEIXOEIRA

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Jovem sente-se preso no bairro

Uma brincadeira de crianças mudou radicalmente a vida de Sek Sadibo Sar. Em 2002, com 14 anos, caiu de uma árvore e ficou tetraplégico. Para se tratar foi obrigado a abandonar o Senegal e vir para Lisboa, onde andou de hospital em hospital em tratamento.




Não escondendo que voltar a andar é o seu maior sonho, este jovem de 22 anos acredita que as suas limitações físicas não o impedem de concretizar um objectivo: terminar o curso de Web Design e arranjar emprego. "Apesar das minhas limitações acho que devo fazer algo positivo, fiz várias pesquisas para ver as opções disponíveis."

Apesar desta força positiva, há muitas limitações na vida do jovem. No Bairro da Ameixoeira, Lisboa, onde reside, as rampas dos passeios e passadeiras estão incompletas, porque apenas um dos lados é acessível. E as poucas que existem, diz, devem-se ao trabalho do Grupo de Esperança e Direitos Iguais, ao qual pertence.

O acesso à única farmácia do bairro é dificultado com um degrau e todos os dias põe a vida em risco ao ser obrigado a deslocar-se no meio da estrada principal dada a ausência de passeios, um risco também para quem não tem mobilidade reduzida.

RAMPAS NO BAIRRO
Em 2010, a Gebalis melhorou as acessibilidades do Bairro da Ameixoeira, através da construção de rampas de acesso aos passeios e lotes. Procedeu-se igualmente ao rebaixamento dos lancis.
Gebalis

CORREIO DA MANHA 14-05-2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

'' SETÚBAL MEDALHA DE OURO ''

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ANA ISABEL OBRIGADA A CIRCULAR NA ESTRADA

"Quem faz as leis não anda de cadeira de rodas", critica Ana Isabel, 33 anos, de Setúbal. Mesmo rebaixadas, as passadeiras continuam altas, obrigando-a a circular na estrada. Como se não bastasse, refere, os autocarros adaptados, em Setúbal, não estão identificados nem os motoristas sabem lidar com deficientes.



A Câmara de Setúbal ganhou a medalha de ouro no que toca a acessibilidades. "Mais de 70% dos passeios estão rebaixados e cumprem a lei, que estipula três centímetros de lancil", disse ao CM fonte camarária. Acrescenta, porém, que há passeios mal rebaixados porque as condições não permitem uma construção eficaz devido aos materiais utilizados ou à existência de ruas estreitas.

Por sua vez a Transportes Sul do Tejo garante que o dístico de veículo adaptado será colocado à medida que o processo de remodelação se for concretizando.
"Está em curso a colocação de estruturas internas de fixação das cadeiras de rodas em seis viaturas, situação que se pretende generalizar à restante frota", explicou Luís Guedes Machado, administrador da empresa. Trinta viaturas já têm rampas para cadeiras de rodas e os motoristas serão objecto de formação.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

'' CÂMARA DE TAVIRA E O TURISMO ''



Enquanto se gasta milhões de euros em TURISMO, eis que a Câmara de Tavira não têm acessos para os de mobilidade reduzida.

De AS RODINHAS


Passeios e edifícios sem rampas, falta de respeito pelos lugares de estacionamento para deficientes e caixas prioritárias nos supermercados e os difíceis acessos às praias são alguns dos problemas apontados por Elsa Ramos, de 35 anos, residente em Tavira, no Algarve, e paraplégica desde 2004.
"Têm grande impacto em pessoas com deficiência. A falta de uma rampa ou elevadores na Câmara de Tavira e em tantos outros edifícios públicos e particulares, impede-me de lá ir sozinha resolver qualquer assunto", explica Elsa. Contactado pelo CM, José Graça, adjunto do presidente da câmara, Jorge Botelho (PS), garante que "esses problemas vão ser solucionados, com obras que decorrerão no próximo ano".
Elsa Ramos queixa-se ainda da dificuldade em trabalhar na sua profissão. "Antes do acidente trabalhava num estúdio fotográfico, em Tavira, e era considerada boa profissional. Quando me apresentei numa cadeira de rodas, o patrão disse-me que já não me queria", revela Elsa, que actualmente trabalha por conta própria, fotografando em casamentos, baptizados e festas: "Nos baptizados, tenho de ser levada pelo meu irmão, pois a cadeira de rodas não cabe na sacristia". Apesar das dificuldades, Elsa não desiste e está agora a tirar um curso de Multimédia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

'' HÁ PETRÓLEO NO BEATO, MAS NÃO HÁ MOBILIDADE ''

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RUAS DO BEATO TRAVAM MOBILIDADE


"Embora as questões relativas às acessibilidades se encontrem no âmago das nossas preocupações, não estão contempladas no rol de competências e respectivo orçamento delegadas pela Câmara Municipal de Lisboa". É desta forma que Hugo Pereira, presidente da Junta de Freguesia do Beato, em Lisboa, justifica as queixas de João Paulo Martins, de 33 anos, em circular pelas ruas da freguesia.


O autarca diz que a junta diz-se sensível aos apelos da população, acrescentando que, sempre que possível, executa desnivelamentos de calçada em passadeiras, bem como pequenas rampas de cimento ou chapa. "Já construímos cerca de 20 desnivelamentos em passeios e temos mais de 13 casos em que desviámos mobiliário urbano para a passagem de cadeiras de rodas. Temos seis casos para resolver, alguns através da colocação de pilaretes", explica o responsável, sublinhando que há situações que carecem de autorização, o que arrasta a concretização da obra.

Relativamente aos buracos no pavimento, o presidente atribui a sua origem às obras de requalificação que estão a ser desenvolvidas na Mata da Madre Deus, que incluem a modernização dos sanitários públicos.

saude/ruas-do-beato-travam-mobilidade-a-joao

'' ACESSIBILIDADES PARA TODOS QUANDO? ''

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SEGURANÇA SOCIAL ATENDE UTENTE NA RUA

Para Vítor Hugo Costa, Portugal está "muito atrasado no que respeita a acessibilidades, continuando a discriminar as pessoas com dificuldades motoras".




À Câmara de Cascais pediu uma casa camarária para a poder adaptar às suas limitações. Na actual casa, paga uma renda de 450 euros e não tem uma casa de banho adaptada, nem sequer consegue entrar no quarto do filho. A resposta da autarquia foi que o seu caso não era prioritário. Quando precisa de ir à Segurança Social de Cascais tem de esperar que uma funcionária saia e é na rua que trata dos assuntos pessoais, pois as escadas impedem a sua entrada.

Contactada pelo CM, a Segurança Social garante que o atendimento passará a ser feito na nova Loja do Cidadão de Cascais, estrutura que vai abrir em breve e garantirá o acesso a todos os cidadãos.

Já a Câmara de Cascais admite ao CM a recepção do pedido de ajuda de Vítor Hugo. Mariana Ribeiro Ferreira, vereadora da Acção Social, garante que a situação é acompanhada desde 2004. "Segundo informação do Serviço de Apoio Domiciliário a habitação onde reside hoje reúne as condições básicas de habitabilidade e acessibilidade", sublinha a responsável.


nacional/saude/seguranca-social-atende-vitor-na-rua

sábado, 30 de abril de 2011

'' MOBILIDADE EM COIMBRA !!! ''

“CIDADE DE COIMBRA NÃO É FÁCIL PARA ANDAR”

A mobilidade é um dos principais problemas que Filipa Bento, de 33 anos, encontra no seu dia-a-dia, em Coimbra.




"Não é uma cidade fácil para um deficiente se deslocar. Existem muitos obstáculos, alguns parecem simples, mas complicam-nos os movimentos", refere. O caso mais flagrante apontado por Filipa encontra-se no Serviço de Finanças, na avenida Fernão de Magalhães. A repartição, distribuída por vários andares, não proporciona acessos para deficientes.
"Está prevista a remodelação de instalações de modo a que o esclarecimento dos contribuintes possa ser feito, de preferência, no rés--do-chão, facilitando o acesso do público em termos gerais", esclareceu o Ministério das Finanças e da Administração Pública ao CM.

Leia mais: nacional/saude/cidade-nao-e-facil-para-me-deslocar

quinta-feira, 28 de abril de 2011

'' MULTIBANCO ACESSÍVEL ''

Alexandro sem acesso às caixas multibanco

Luís Alexandro, de vinte anos, sente-se marginalizado quando quer levantar dinheiro e encontra um degrau que o impede de chegar à caixa multibanco em Matarraque, Cascais, onde reside, ou quando não consegue aceder às cabines telefónicas, por estas estarem muito elevadas.


E até na Escola Secundária de São João do Estoril, que o jovem frequenta, há pavilhões que não estão adaptados para pessoas com deficiência motora.
Contactado pelo CM, o Ministério da Educação garante que a escola de São João do Estoril pertence ao grupo das que vão integrar a fase IV do Programa de Modernização de Escolas Secundárias. Adianta que a questão dos acessos é sempre tida em conta no âmbito das intervenções da Parque Escolar.
A SIBS, empresa que gere as máquinas de multibanco, esclarece que o elevado número de ATM por habitante – o maior da Zona Euro – permite que haja na proximidade imediata de um equipamento com menor facilidade de acesso outro cujas características asseguram a melhor acessibilidade. Já a PT disse ao Correio da Manhã que existem em Portugal cerca de 500 cabines telefónicas para clientes com necessidades especiais, estando ainda programada a implementação de mais 300 infra-estruturas.

"ACHO-ME CAPAZ DE FAZER TUDO"...

Leia mais no Correio da Manhã; saude/alexandro-sem-acesso-as-caixas-multibanco



Outro problema que os de mobilidade reduzida são confrontados é com o teclado, ora se sentados não passam de o máximo de metro e vinte de altura e terão que ser altos, não conseguem ver as teclas dado que o teclado de muitas caixas multibanco são em plano recto, e em altura acima de um metro do solo, o que dificulta fazer qualquer operação como a tão simples a do levantamento de dinheiros.
Para isso ainda tem que socorrer de uma terceira pessoa, porque muitos cartões já foram guardados pelos erros consecutivos que fazemos.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

'' MARVÃO _ VILA MEDIEVAL ACESSÍVEL ''

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Apesar de ser uma vila histórica da época medieval, Marvão não deixou de pensar nas pessoas com mobilidade reduzida na altura de remodelar e requalificar os acessos ao castelo. Ainda com as obras a decorrerem, é o próprio César Lopes, de 42 anos, tetraplégico e natural daquela localidade, que reconhece que os responsáveis tudo têm feito para que a sua mobilidade por qualquer recanto seja o menos dificultada possível.

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"As ruas calcetadas têm uma passadeira onde a cadeira anda melhor. Nas obras do castelo, o piso vai ficar direito e com acessibilidade, mas ainda há sítios onde não consigo chegar", disse ao CM. Nesses locais onde há degraus, como a câmara, o museu, os CTT

e a junta de freguesia, César diz que tem sorte de viver num "local onde toda a gente se conhece", resolvendo facilmente qualquer problema ou assunto que precise de tratar.

Também os comerciantes estão sensíveis aos problemas das pessoas sem mobilidade. Fernando Rosado, do restaurante Varanda do Alentejo, um dos locais que César frequenta, diz que a remodelação do seu espaço vai incluir rampas e um elevador para cadeiras de rodas: "Temos de estar preparados. Ninguém sabe o dia de amanhã."

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"O QUE MAIS ME CUSTOU FOI NÃO FALAR"


Já passaram mais de vinte anos desde que um acidente de viação deixou tetraplégico César Lopes, de 42 anos. Na flor da idade, este aficcionado pelos touros, pelo futebol e candidato a entrar para a GNR despistou-se ao volante de uma Renault 4L, entre Portagem e a fronteira com Espanha, no concelho de Marvão. César esteve entre a vida e a morte, mas confessa que o maior trauma veio de não se conseguir exprimir por palavras durante os primeiros dois anos em que ficou tetraplégico.

"Foi muito duro, mas graças à equipa do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que me acompanhou, recuperei a fala", disse ao CM o homem que há seis anos se movimenta numa cadeira eléctrica que lhe permite alguma liberdade. "Esta cadeira foi a melhor coisa que me aconteceu. Vou a todo o lado aqui em Marvão, enquanto que antigamente estava mais dependente porque a cadeira era manual." César, que tem um orgulho enorme na mãe, "companheira de todas as horas", recebeu da Associação Salvador um computador adaptado às suas dificuldades e um ar condicionado que serve para climatizar a divisão da casa em Marvão onde passa mais tempo, o seu quarto, que antes era "muito quente no Verão e muito frio no Inverno".


Fonte: Correio da Manhã 25-04-2011

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quarta-feira, 9 de março de 2011

'' ACESSIBILIDADES_ROSSIO AO SUL DO TEJO ''


Muito se fala, muitas promessas, muito dinheiro para os fins em causa, e obras a dois dias do final do decreto lei sobre as acessibilidades, somos deparados com situações absurdas e sem controlo dos intervenientes.

Fui obrigado a ter que colocar aqui um post de um amigo que fala de exemplos com imagens que nos podem dar uma alusão ao que se passa no nosso país, muito para fazer com relação aos de mobilidade reduzida.

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cadeira de rodas,mghorta,deficientes

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

'' PROMESSAS POR CUMPRIR ''


Tudo passa por promessas, mas cumprir, demora tempo: 'Relativamente às tão desejadas cadeiras de rodas para a prática desportiva, "infelizmente continuamos à espera que o Instituto de Desporto de Portugal nos disponibilize as verbas para a aquisição das mesmas, porque aquelas que temos já têm algum desgaste. Esperamos também de uma verba para a aquisição de uma carrinha para podermos transportar os atletas para os jogos. Ao nível dos transportes, a Associação Nós e a Persona têm-nos facilitado muito a vida, através da cedência de viaturas para deslocações mais próximas"...
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

'' REFORMA VELHICE ''

Ao fim de seis anos de luta com o Tribunal Trabalho, bem como com a empresa aonde fui vitima de um acidente de trabalho, vejo-me obrigado a tentar a reforma por invalidez, coisa que aos 54 anos de idade não queria que tivesse que acontecer, porque ainda, embora numa cadeira de rodas, vejo-me com força para fazer algo de util, só que não me deixam. Isto porque um casal de gente desumana teve a pouca vergonha de me despedir sem recurso ao subsidio de desemprego e nem sequer as promessas que o patrão da firma em causa me fez cumpriu até hoje, e vão 9 meses.

Usando a expressão de um amigo meu, que depois de 35 anos de trabalho, viu-se confrontado com uma reforma que mais parece uma esmola, eu pego no termo que ele usa, 'Reforma Velhice'.

Não sei o que me vai calhar, pois só para a semana que vem, mais propriamente dia 14, é que vou à junta médica para o efeito, mas pelas minhas contas, também vou ser mais um de aqueles muitos milhares de portugueses que só têm uma ninharia de euros, que nem sequer irá atingir o ordenado mínimo.

Comparado aos muitos galdérios e malandros deste país que recebem o 'rendimento mínimo', e que nas horas vagas fazem crimes e roubos ao que lhes aparece na frente, e quando são caçados, o juiz manda-os embora e vão ficando na mesma com o rendimento mínimo, o que me leva a gritar bem alto: 'Governo ladrão, pactua com o crime, pagando aos criminosos...'


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domingo, 30 de agosto de 2009

'' GUIA TURISMO ACESSÍVEL ''


Todos os que de alguma forma, gostam de passear e tem meios para isso, seria bom que realmente houvesse um guia para tal, para que possamos fazer consultas e ver que no Portugal profundo ainda tem lugares com meios acessíveis aos que de uma forma ou outra, estão privados disso, os nomeadamente paraplégicos, tetraplégicos ou similares.

Passado quase um ano, quando saiu um guia Turístico Acessível para turistas com deficiência reduzida, sobretudo motora, para descobrir o Alentejo e Estremadura espanhola, sou obrigado a transcrever aqui algo em sintonia com o mesmo 'Guia'.

Se, que realmente existe, não tenho duvidas sobre isso, de que proveito teve os que precisaram desses serviços, porque nas minhas buscas passadas este tempo todo, não vejo comentários sobre eventos relacionados com o mesmo 'Guia', ou se porventura os de mobilidade reduzida tiveram acessos a esse turismo, ou se por outro lado, os 270 mil euros gastos no estudo e na projecção desses recursos não tenham sido mais uns valores que ficaram em 'saco roto'.
Posso estar errado, mas se o estou, peço as minhas sinceras desculpas da minha santa ignorância.
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Confiram pelos link's se teve efeitos dignos de contagem:

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

'' VIOLAÇÃO A DEFICIENTE ''



Não tenho nada contra negros, amarelos ou vermelhos, mas estas ocorrências me levam a ganhar cada vez mais repúdio a classes, nomeadamente aquelas que estes governos teimosamente teimam em ceder subsídios e ajudas para se integrarem em Portugal, com a relevância de os nascidos neste chamado jardim-à-Beira Mar plantado, serem escorraçados e até descriminados por os chamados bons.

Como que não chega os aumentos de impostos ao deficientes, nomeadamente o IRS, as despesas que não são comparticipadas e tudo relacionado com deficiência, nomeadamente as ajudas técnicas serem de preços anormais e com IVA como que se tratasse de um cidadão normal, tudo isto é para mim uma revolta que me leva a dizer: '' BASTA ''.

Desta vez, até onde isto vai parar, uma deficiente é violada por negros, e possivelmente, estes ficam à solta, porque este país é a favor dos criminosos aquando os honestos são arremessados para dentro ao menor deslize.


Leia mais: Correio da Manhã

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

'' ACESSIBILIDADES EM GUIMARÃES ''


Dos 112 lugares escolares do Concelho de Guimarães, metade não tem condições de acessibilidades para portadores de condição física reduzida, podemos avaliar o país inteiro, ao qual o nosso estimado 1º ministro garantiu que fazer face à crise, seria por dar luz verde a obras em escolas e similares.
Mas será que foi isso que foi realizado ?



"As dificuldades começam logo à entrada da escola, no portão, e depois seguem pelas rampas que não têm inclinação adequada, são maioritariamente descobertas e os pisos não favorecem o deslizamento das rodas. Nas salas de aula não têm abertura para uma cadeira de rodas. Rampas de acesso aos pisos não existem e há determinadas aulas que são no primeiro andar e eles não podem assistir", explicou a professora de ensino especial, Gracinda Machado Sousa.
Mas o rol de vicissitudes que afectam estes alunos não se fica por aqui, já que as casas-de-banho são pequenas, os lavatórios, saboneteiras e toalheiros estão inacessíveis o que tira a autonomia a estas crianças e leva esta docente a concluir que "o sucesso educativo para esses alunos não é efectivo", ainda para mais quando o caso de estudo foca o ensino que é básico e obrigatório. Apesar do cenário não se apresentar muito animador para a realidade destas crianças, Gracinda Sousa realça que ainda há alguns bons exemplos e que alguns determinados problemas têm sido resolvidos com a criação dos novos centros escolares. "Havia escolas que não tinham condições mínimas e esta reorganização da rede escolar é fundamental para termos avanços nesta área das acessibilidades", vaticinou.


Leia mais : http://www.educacao.te.pt/

quarta-feira, 15 de julho de 2009

'' LUTA POR UMA REFORMA ''


Portador de deficiência luta pela antecipação da idade de reforma

Há vários anos que Roberto Ribeiro trava uma batalha pessoal contra o "sistema" em busca da antecipação da idade de reforma para portadores de deficiência, depois de um acidente de viação lhe ter roubado a alegria de viver.

Em 1985, o hábito de andar de mota, aliado à irreverência própria da juventude, acabariam por se revelar fatais num acidente que iria pautar o resto da sua vida: um embate num poste de electricidade provocou a fractura dos ossos da perna direita com paralisia dos músculos e nervos, obrigando à utilização de uma tala e aparelho curto para a estabilização das articulações.
Ao desgaste físico - trabalha como chefe de armazém numa empresa de cargas e descargas de contentores - juntou-se o drama psicológico com consequente depressão nervosa.
Com as sucessivas idas aos médicos vieram as más notícias: a manter o ritmo de trabalho dentro de pouco tempo terá de se deslocar com o auxílio de "canadianas" ou, na pior das hipóteses, ficar refém de uma cadeira de rodas.
"Toda a vida trabalhei este ano perfaço 31 anos de serviço activo. Com todo este tempo de descontos para a Segurança Social considero uma injustiça o facto de, se pretender aposentar-me neste momento, ter penalizações consideráveis ao nível da pensão de reforma", desabafa.
Nos últimos anos Roberto Ribeiro bateu a inúmeras portas - deputados, Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e Assembleia da República - tendo recebido "muitas manifestações de solidariedade, mas resultados práticos nada !", enfatiza.
Visivelmente desgastado - durante a entrevista ao Açoriano Oriental chorou- considera que pretende apenas o que é justo.
"Se tiver direito a uma reforma que representa pouco mais de metade do que ganho, como vou fazer? Eu gostava de viver o resto da minha vida com alguma qualidade e dignidade, como farei isso? Ou terei que trabalhar até cair numa cadeira de rodas?", pergunta.
"Fora" da lei
No enquadramento legal actual, Roberto Ribeiro tem apenas direito a uma reforma por invalidez ou a uma reforma antecipada, mas, com 46 anos, tal significaria que teria penalizações consideráveis ao nível do montante da pensão de reforma.
"Já fiz uma simulação na Segurança Social e não estou de acordo com o valor que a Lei define. Porque trabalho há mais de 30 anos e tenho uma deficiência acho que teria direito, no mínimo, a uma pensão de reforma a 80%", defende.
Como Roberto Ribeiro não possui grandes qualificações académicas mudar de trabalho significaria perder grande parte do actual rendimento.
Dito de outro modo, actualmente "não existe suporte legal que possibilite a instituição de um regime de antecipação com fundamento numa situação intrínseca aos próprios beneficiários como seja o facto de serem portadores de deficiência", conforme transmitiu o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, em resposta, por escrito, a uma exposição de Roberto Ribeiro.
"A situação em que me encontro é compartilhada por muitos cidadãos portadores de deficiência que lutam por uma vida melhor em Portugal, apesar das barreiras físicas, culturais e sociais existentes", diz.
Habituado a lutar por aquilo que entende ser necessário quanto justo para uma vida normal, Roberto Ribeiro admite que lhe começam a faltar força física e anímica.
"Qualquer dia eu...olhe, neste momento já não sei o que fazer e o que lhe dizer", conclui Roberto Ribeiro.

Fonte: http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/188174

sábado, 4 de julho de 2009

'' DEFICIENTES TAMBÉM PRECISAM DE PRAIA ''



“Também tenho direito à praia”

Carlos Nora tem 39 anos e está paraplégico há cinco devido a um acidente de mota. Preso numa cadeira de rodas, conta pelos dedos das mãos as vezes que tem ido à praia, na Ilha de Tavira.
Nas Quatro Águas, nem o cais nem os barcos têm acessos adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e são precisos pelo menos dois voluntários para, à força de braços, o transportarem até à embarcação.
"Dependo da boa vontade dos outros, ou trago amigos ou peço ajuda aos turistas que estejam no cais", conta Carlos.
Se o acesso já é difícil, a manobra torna-se ainda mais complicada quando a maré está baixa, sendo praticamente impossível devido à altura mais baixa em relação ao cais a que o barco fica à superfície da água.
"As pessoas só ajudam se quiserem, mas eu também tenho direito a ir à praia", desabafa Carlos.
Jacinto, proprietário da empresa que faz os transportes para a Ilha, confessa "que dá pena quando não leva deficientes no barco, mas não há condições e é muito perigoso."
O caso de Carlos parece não ser único: "Há uns dias apareceu um turista espanhol, que também se encontrava numa cadeira de rodas, e não o pudemos levar para o outro lado", acrescenta Jacinto.
Confrontado com a situação, Brandão Pires, director da Delegação Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), admite ter conhecimento do problema e garante que está a ser resolvido. "Na próxima época balnear estará tudo tratado, vamos remodelar vários cais na região, colocando passadiços em madeira e rampas em vez de escadas", explica.
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