Você liga o ar do carro com ele quente do sol? Leia isso... URGENTE ALERTA ATENÇÃO para quem tem CARRO com AR-CONDICIONADO. Não ligue o ar condicionado logo que entrar no carro. Por favor, abra as janelas assim que entrar no carro, e não ligue logo o ar condicionado. De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos e tubagens de refrigeração emitem 'benzeno', uma toxina causadora de câncer.. (Note o cheiro de plástico quente dentro do carro). Além disso, envenena os ossos, causa anemia e reduz os glóbulos brancos. O nível interior aceitável de benzeno é de 0,05 gr por cm2. No interior de um carro estacionado com as janelas fechadas contém de 0,37 a 0,74 mg de benzeno. Se estiver estacionado sob o sol, a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de benzeno sobe p/ 1,84-3,68 mg (40 vezes superior ao nível aceitável) e as pessoas aspiram uma quantidade enorme de toxinas. Recomenda-se abrir as janelas e portas para que o ar quente possa sair, antes de ligar o ar condicionado. O benzeno é uma toxina que tb afecta os rins e fígado. É uma substância tóxica muito difícil de ser expelida pelo organismo. "Quando alguém recebe uma informação valiosa e se beneficia dela, tem obrigação moral de partilhar com todos". |
sábado, 4 de junho de 2011
AR CONDICIONADO
quinta-feira, 2 de junho de 2011
10 PIORES ALIMENTOS PARA SUA SAÚDE
INCONTINÊNCIA E SEUS CUIDADOS A TOMAR
A incontinência urinária pode ocorrer a qualquer um, embora seja mais comum entre mulheres (e mais velhas) que em homens. Você pode ter incontinência urinária de esforço, de urgência, dentre outros tipos. Como se não bastasse você estar “vazando”, existem coisas que pioram a condição. A boa notícia é que também existem tratamentos e estilos de vida que podem ajudar. Confira:

Não é nenhuma surpresa que qualquer bebida, não só a água, pode ser um problema para pessoas com incontinência. No entanto, não se resolve incontinência cortando de vez os líquidos. Isso pode levar à desidratação, obstipação e pedras renais, irritando a bexiga e piorando os sintomas. É importante obter um equilíbrio. Os médicos recomendam cerca de dois litros de líquido por dia (a quantidade exata depende de sua massa corporal magra). Se você for propenso a incontinência noturna, corte sua ingestão de fluidos durante a noite.

Quem já tomou algumas latinhas de cerveja, sabe que álcool lhe faz querer ir no banheiro como louco. Isso porque é um diurético. Faz com que você produza mais urina, o que pode contribuir para a incontinência. E pode irritar a bexiga, que é um problema para aqueles com bexiga hiperativa. Limitar a quantidade de álcool por dia pode ajudar.

Eles contêm cafeína que, como o álcool, é diurética e irritante para a bexiga. A cafeína está diretamente implicada em causar irritação da mucosa da bexiga. Pessoas que têm problemas de bexiga, em média, melhoram quando reduzem o consumo de cafeína. Café descafeinado e chá, que contêm pequenas quantidades de cafeína, não são nada melhores. Se você ama essas bebidas, corte-as lentamente para evitar dores de cabeça e outros sintomas de abstinência.

Em parte graças ao teor de cafeína, o chocolate pode significar problemas para a bexiga hiperativa. Não importa qual tipo de chocolate, até mesmo chocolate quente ou com leite (que contém aproximadamente a mesma quantidade de cafeína que o café descafeinado) causam problemas quando se trata de incontinência.

Controlar não só o chocolate, mas todos os doces, pode ajudar a controlar sua bexiga. Embora não tão bem estudado quanto a cafeína e o álcool, alimentos açucarados, incluindo aqueles que contêm mel, xarope de milho e frutose, também podem agravar a sua bexiga. Adoçantes artificiais não ajudam em nada. Mas isso não significa que você tem que cortar os doces completamente, apenas torná-los parte de uma dieta balanceada.

Uma lata de Coca-Cola pode ser um golpe duplo para a bexiga, pela cafeína e pela carbonatação. Refrigerantes podem piorar alguns sintomas de incontinência. Especialistas sugerem que as pessoas incotinentes cortem alimentos artificiais e corantes, produtos químicos e cafeína, e tentem manter uma dieta mais natural, repleta de antioxidantes naturais e vitaminas, incluindo frutas, verduras, e água.

Estudos sugerem que as pessoas que evitam alimentos picantes, como curry e pimenta, podem reduzir os sintomas de incontinência urinária. Há certos alimentos que são gatilhos para pessoas com incontinência ou bexiga hiperativa, incluindo alimentos picantes, irritantes comuns para as mulheres. Evite os alimentos e bebidas que você perceber que são ruins para você.

Frutas e bebidas cítricas podem ser um problema para pessoas com incontinência de urgência. Alimentos e bebidas ácidas, como laranjas, limas, limões e até mesmo tomates, podem irritar a bexiga, e agravar os sintomas de incontinência. O músculo da bexiga tem todos os tipos de nervos que podem ser afetados por substâncias irritantes, como alimentos ácidos.

Como normalmente é usado para ajudar a controlar as infecções do trato urinário e infecções da bexiga, muitas pessoas erroneamente supõe que o suco de uva-do-monte pode também ajudar com bexiga hiperativa. Infelizmente, quando se trata de certos tipos de problemas urinários, como incontinência urinária, esse suco pode na verdade piorar os sintomas, devido ao seu pH ácido. Não é uma boa escolha para quem já tem uma bexiga irritável.

Alguns medicamentos para o coração, drogas para baixar a pressão, relaxantes musculares, sedativos e outros, podem piorar a incontinência. Diuréticos removem o excesso de fluidos do corpo para que órgãos possam funcionar de forma mais eficiente. Isso leva a um aumento de líquidos na bexiga. Converse com seu médico se os seus medicamentos podem estar contribuindo para a incontinência, mas não pare de tomá-los por conta própria. Também evite medicamentos que contêm cafeína em geral, como o Excedrin.[CNN]
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
REABILITAÇÃO EM CUBA
Afonso, a criança de oito anos que sofre de uma doença rara (nasceu com os cromossomas 13 e 14 juntos) e que não fala nem anda, parte hoje para Cuba, país onde vai reiniciar as sessões de fisioterapia intensiva.
Carlos Fernandes, pai de Afonso, afirmou ao CM que os tratamentos em Cuba têm "feito bastante bem" ao menino, pois as sessões "duram várias horas". Em Portugal, a fisioterapia "só dura meia hora, o que é pouco".
Os custos da viagem e da estadia ascendem a cerca de 10 mil euros por mês, uma verba "suportada com a solidariedade de cidadãos e de autarcas do Cacém", onde a família reside.
Carlos Fernandes acrescentou que no dia 19 de Junho realiza-se um espectáculo no Centro Paroquial de Rio de Mouro para angariar verbas para ajudar a suportar os custos da deslocação a Cuba. "O Estado não ajuda nas despesas", lamentou o pai.
sábado, 28 de maio de 2011
COOPERATIVA DAR A SORRIR
Mãe de Rodrigo faz sorrir Diogo
Conseguiu que o filho Rodrigo, que nasceu sem a mão direita, tivesse uma mão mioeléctrica e agora está dedicada a ajudar outros meninos. Ontem foi a vez de Diogo, de dois anos, natural de Caminha, testar pela primeira vez a prótese. A Cooperativa Dar a Sorrir, criada por Sandra Hipólito, já ajudou sete pessoas e prepara-se para fazer sorrir outras 20.
O caso de Diogo é semelhante ao de Rodrigo, o menino de Fão, Esposende, que nasceu sem a mão direita e que recebeu uma mão mioeléctrica aos dois anos, depois de os pais terem lançado uma campanha de recolha de tampinhas. "Também foi uma possível amputação quando eu estava grávida. As causas não sabemos", contou a mãe de Diogo, Elisabete Farinhoto.
Depois de ver a reportagem sobre a história de Rodrigo, Elisabete entrou em contacto com a mãe daquele. Diogo nunca tinha usado qualquer prótese nem permitia que lhe mexessem no braço direito. "Os médicos só pediam a prótese estética, passiva, se ele tivesse desequilíbrio na coluna", explicou Elisabete Farinhoto.
A Cooperativa Dar a Sorrir responsabilizou-se pelo caso e financiou a prótese, feita também na clínica Padrão Ortopédico, em Matosinhos. "Estou muito feliz e ele aceitou a mão", concluiu, satisfeita.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
CADEIRA DE RODAS É UMA PRISÃO
Em 2008 foram aprovados 58 projectos no valor de 9,3 milhões de euros, para tornar as cidades mais acessíveis. Pouco foi feito fernando veludo Barreiras A cadeira de rodas é um outro apartheid As cidades podem ser um inferno para quem sofre de mobilidade reduzida. Apesar dos apoios. Apesar dos apelos e das campanhas. A partir de amanhã, há mais milhões para tirar obstáculos do caminho. Até agora, o que fizemos? Pouco, muito pouco Por Marisa Soares "As cidades não estão preparadas para nós."

Jorge Falcato, 56 anos, paraplégico desde os 24, lamenta-se enquanto aponta para locais onde a sua cadeira de rodas, muitas vezes, não entra. Edifícios públicos, restaurantes, discotecas, monumentos, transportes públicos, espaços verdes. "Limito a minha vida aos locais onde tenho a certeza que posso ir." "Não conheço bem a minha cidade." Que cidade é esta, livre para alguns, acessível para a maioria, uma prisão para outros que se tornam uma minoria invisível?
Mas a lei não basta.
O diploma sobre a promoção da acessibilidade, de 2006, é generoso, como acontece muitas vezes, mas os resultados até agora são, no mínimo, insuficientes. A legislação previu que em 2017 as cidades portuguesas estariam livres de barreiras físicas e que os espaços públicos seriam acessíveis a todos, sem excepção. É o princípio da não-discriminação. "A acessibilidade é uma questão de direito", sublinha Falcato. O problema é que uma promessa tão antiga poderá não ser cumprida tão cedo.
"Os privados ainda não perceberam que a acessibilidade é um bom investimento", até porque as pessoas com mobilidade reduzida nunca andam sozinhas. No turismo, o país ainda não fez o trabalho de casa. Segundo um relatório de avaliação de Fevereiro de 2010, dos 13 locais que Portugal tem classificados como património mundial, apenas dois têm acesso parcial para cidadãos em cadeira de rodas. Já os oito casinos do país são completamente acessíveis.Em Lisboa, a parte antiga e mais turística da cidade - como o Bairro Alto e Alfama - é inacessível. "É uma pena não conseguirmos ir ao Castelo de S. Jorge com os nossos clientes", nem ouvir fado, lamenta Ana Garcia, directora da agência de viagens Accessible Portugal, a primeira agência vocacionada para viagens e turismo acessível para pessoas com mobilidade reduzida. "As ruas são estreitas, não há estacionamento, há pinos a fechar as ruas...", nota. Com o envelhecimento cada vez mais acentuado da população - o que aumenta o grau de dependência - e a expansão do turismo senior, vamos querer ficar para trás?
A primeira legislação nesta matéria é de 1982, mas foi revogada depois de o então primeiro-ministro, Cavaco Silva, ter adiado a sua entrada em vigor. "Mais de 50 por cento das habitações foram construídas depois disso. Podíamos ser hoje um dos países mais acessíveis do mundo", sublinha Falcato, arquitecto de profissão. Mas perdemos a oportunidade. Porquê? "Os políticos não quiseram abrir os cordões à bolsa."
Pouco foi feito
"A maior parte das autarquias não tem meios para as obras, nem as define como prioritárias", assinala por seu lado o arquitecto Pedro Gouveia, especialista nesta matéria. Ao contrário do que acontece, por exemplo, na Catalunha, em Espanha, onde dois por cento do orçamento municipal se destina a eliminar barreiras físicas, tal não está previsto na lei portuguesa das finanças locais. "Não há um verdadeiro compromisso", vinca Gouveia.
Se nos anos de 1980 era caro tornar um edifício acessível, hoje será muito mais. Por isso, "reservar um por cento dos orçamentos locais para esses fins seria um bom começo", propõe Paula Teles, arquitecta e especialista em acessibilidade. Enquanto tal não acontece, a solução pode estar nos fundos comunitários. A partir de amanhã, câmaras e associações de municípios podem candidatar-se, até 14 de Setembro, ao programa RAMPA (Regime de Apoio aos Municípios para a Acessibilidade). Cada projecto pode ser financiado até 300 mil euros, um apoio que vai desde a planificação até à execução da obra, explica Rui Fiolhais, gestor do Programa Operacional do Potencial Humano, que financia este apoio aos projectos que tornem as cidades mais acessíveis a todos.
Em 2008, foram aprovados 58 projectos, que valiam 9,3 milhões de euros. Destes, 47 foram apresentados por câmaras municipais. Foram atribuídos 8,3 milhões para a criação de planos locais de acessibilidade, que têm de estar concluídos até ao final deste ano, porque depois disso o dinheiro deixa de estar disponível. Até agora, só foi executado 21 por cento do montante atribuído.
Mas será que os planos locais vão garantir cidades acessíveis em 2017, como previa a lei? "Não serão suficientes, se não existir vontade política", frisa João Cotim, o primeiro provedor municipal e metropolitano dos cidadãos com deficiência, cargo criado em 2002 pela Câmara do Porto. Esta cidade ainda não tem um plano local de acessibilidade, tal como Lisboa, onde só em Junho foi constituída a equipa que vai elaborar o documento. "Os planos poderão contribuir para que em 2017 o saldo seja mais positivo em termos de acessibilidade", reconhece Lia Ferreira, arquitecta e adjunta do provedor, paraplégica desde os quatro anos. Porém, "corremos o risco de, em vários casos, se limitarem ao que são: planos".
Bons exemplos
Palmela, Portimão e Vila Real de Santo António são as cidades apontadas por Rui Fiolhais como bons exemplos, na apresentação do RAMPA, anteontem. Palmela tem já um plano de acessibilidade em estado avançado; Portimão inaugurou em Junho a Rota Acessível, um percurso de sete quilómetros pelos principais locais da cidade; e Vila Real de Santo António tem a brigada "passo a passo" para eliminar barreiras.
As três integram a Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, que conta com 74 municípios. A rede foi lançada pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território em 2003, Ano Europeu de Pessoas Portadoras de Deficiência, e desafiou os municípios a tornarem uma área central do seu espaço público mais acessível, de forma faseada. Dez municípios estão ainda a acabar o projecto.
Mas ainda há muito por fazer, por exemplo, nas universidades. "Quando tirei o curso [na década de 1980], a acessibilidade estava longe dos planos curriculares", conta Jorge Falcato. O Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência e Incapacidades previa a criação até 2009 de um guia de recomendações para incluir as questões do design universal nos currículos das universidades e escolas técnicas. Esse plano tinha 99 medidas. Dezanove continuam por aplicar. Uma delas foi o financiamento de obras em prédios com espaços comuns para eliminar barreiras. O apoio podia ir até aos 3000 euros por habitação, mas a medida não saiu do papel.
Não se sabe quantos edifícios são acessíveis em Lisboa. O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) é responsável por essa avaliação e tem de publicar anualmente um relatório. Questionado sobre este assunto, o IHRU não respondeu. Jorge Falcato, arquitecto, 56 anos, há 32 numa cadeira de rodas.
terça-feira, 24 de maio de 2011
LEUCEMIA - MENINA DE CHAVES PERDEU A LUTA
Menina de Chaves perdeu a luta contra a leucemia
"Só quero recordar a alegria e o sorriso da Iara", foram as palavras sofridas de Sandrina Paquete sobre a morte da filha. Iara, de seis anos, perdeu a guerra contra a leucemia, que a atacou há cerca de um ano, e morreu ontem no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, onde estava internada.
"Estava muito serena nas últimas horas", disse Nelson Paquete, pai da menina, que na noite de domingo sentiu que a filha estava prestes a partir.
Desde que a doença foi diagnosticada, a pequena Iara venceu várias batalhas. Sobreviveu a um arriscado transplante com células do cordão umbilical em Setembro de 2010. Passou o Natal em casa, em Vilela do Tâmega, Chaves, mas três meses depois foi atacada pelo vírus CMV (Citomegalovírus). Iara e os pais enfrentaram outra batalha quando o medicamento Foscarnet, utilizado no tratamento do CMV, esgotou. A criança lutou contra a morte durante três semanas, até o IPO conseguir comprar o remédio no estrangeiro. "Retomou o tratamento e melhorou", disse Sandrina Paquete, em meados de Abril. Apesar da evolução favorável do estado de saúde, em apenas um mês Iara sofreu uma recaída repentina. O vírus CMV venceu todos os fármacos.
Nos últimos dias, os órgãos vitais da menina começaram a falhar. Primeiro os rins, depois os pulmões, o fígado e finalmente o coração, que parou pelas 07h00 da manhã de ontem. O funeral de Iara realiza-se esta tarde na capela de Vilela do Tâmega.
Leia mais: menina-de-chaves-perdeu-a-luta-contra-a-leucemia.
domingo, 22 de maio de 2011
CRISE A QUANTO OBRIGAS
Crise dispara venda de óvulos
Os 650 euros pagos como compensação pelos transtornos e riscos que as mulheres têm são aliciantes para quem enfrenta dificuldades económicas.
A crise económica fez disparar a corrida às clínicas de fertilidade para as mulheres doarem ovócitos (células que facilitam a gravidez), recebendo como compensação os 650 euros determinados por lei. Uma das clínicas contactadas pelo CM está a receber, em média, quatro dadoras por semana. Cada mulher só pode doar o material biológico três vezes e deve ter entre 18 e 35 anos.
O aumento da procura das unidades de saúde que fazem tratamentos de fertilidade e recolha do material biológico não espanta os responsáveis pela associação que representa as clínicas privadas no País que se dedicam a este tratamento.
Filomena Gonçalves, vice-presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade), afirmou ao CM "não ser estra-nho haver uma maior oferta de dadoras".
Segundo sublinhou, a "questão do dinheiro sempre existiu e a crise pode ser um factor preponderante que leva mais mulheres a doarem os ovócitos e a considerarem essas compensações económicas como pequenas fontes de rendimento".
No entanto, sublinha, "as mulheres não podem fazer disso uma profissão" e deu como exemplo o caso dos Estados Unidos, onde as estudantes universitárias, se forem boas dadoras, pagam os estudos com a doação desse material biológico.
Filomena Gonçalves considera os 650 euros "o valor certo", apesar de haver países que pagam mais como, por exemplo, em Espanha onde o preço ronda os 900 euros.
A verba atribuída em Portugal ajuda a compensar os transtornos que a doação de ovócitos causa na vida da dadora e pelos riscos para a saúde.
A mulher submete-se a uma pequena intervenção cirúrgica e tem de tomar hormonas para a estimulação das células reprodutivas.
"Muitas mulheres deixam de trabalhar durante os dez dias do tratamento da recolha dos ovócitos porque têm de fazer um controlo apertado do resultado da estimulação hormonal", salienta ainda Filomena Gonçalves.
MAIOR AFLUÊNCIA DE DADORAS NO PERÍODO DE NATAL
Uma das clínicas que regista um aumento da afluência de dadoras é a Cemeare, em Lisboa. A directora clínica, Maria José Carvalho, atribui o aumento à publicidade feita pela clínica e não aos problemas económicos das dadoras. No entanto, recorda que "no último Natal tiveram mulheres que precisavam de dinheiro e manifestaram grande preocupação em saber quando é que poderiam receber a compensação". Maria José Carvalho salienta ainda que a clínica faz esse pagamento no final do processo, que dura dez dias.
crise-dispara-venda-de-ovulos220750833.










