segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
OBRIGADO CIDADÃO ANÓNIMO
| . GRAÇAS À SOLIDARIEDADE ANÓNIMA E AO MEU AMIGO EDUARDO DA PÁGINA http://tetraplegicos OBRIGADO AOS ENVOLVIDOS |
| De AS RODINHAS |
sábado, 27 de agosto de 2011
CIDADÃO COMUM
sábado, 9 de julho de 2011
INJUSTIÇA NA SAÚDE
sexta-feira, 24 de junho de 2011
GASTA 400 EUROS EM CREMES
Tem doença rara e vive de ajudas
Nasceu com ictiose, uma perturbação genética e rara que torna a pele escamosa, sofreu várias mazelas a nível físico e, devido ao seu aspecto, não consegue arranjar emprego. Vera Beleza, 31 anos, residente em Matosinhos, está no desemprego há oito anos e só sobrevive com a ajuda de amigos.

"Já trabalhei como repositora e secretária num escritório, locais onde não estava em contacto directo com o público. É muito complicado arranjar emprego porque as pessoas olham-me de lado. Já basta ter este problema, quanto mais ter de enfrentar as pessoas", lamentou Vera Beleza.
A mulher sofre de ictiose lamelar, um dos tipos mais graves da doença. Na adolescência teve de amputar os dedos dos pés, porque com "a doença os dedos enrolaram e não conseguia andar". Tem de usar roupa 100% de algodão, doada por amigos, de forma a não irritar a pele. Gasta 400 euros por mês em cremes, essenciais para melhorar a qualidade de vida, mas só os pode comprar com a ajuda dos amigos. Com uma reforma por invalidez de 200 euros, está agora a angariar dinheiro para receber tratamento para a pele nas Termas de Monfortinho, em Castelo Branco.
Apesar das vicissitudes, Vera criou a Associação Portuguesa de Portadores de Ictiose e conseguiu que fosse aprovado um projecto-lei para comparticipar os cremes.
Tem doença rara e vive de ajudas
quinta-feira, 23 de junho de 2011
SAÚDE IGUAL A POLVO
Médicos usam receitas de mortos
Ao que o CM apurou estes casos estão ligados a uma megaburla com medicamentos que poderá ter lesado o Estado em mais de 10 milhões de euros e levou à detenção, em Janeiro de 2011, de quatro administradores de uma empresa distribuidora de medicamentos e os donos e directores técnicos de farmácias situadas em Lisboa.
A investigação surge na sequência da fiscalização da Inspecção--Geral das Actividades em Saúde, que detectou clínicos com mais de 70 anos que continuavam a exercer e que apresentavam uma prescrição anual fora do normal. Há casos de médicos do sector privado, nomeadamente em Viseu, que passaram entre 5 a 10 mil receitas por ano. Na lista estão médicos dos 82 aos 92 anos.
Um dos casos suspeitos é uma clínica dentária com 43 dentistas que gasta 37 mil vinhetas por ano.
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, afirmou ao CM que "é muito fácil falsificar vinhetas: basta uma fotocopiadora, um código de barras e autocolantes". E garantiu que irá ter mão pesada para os profissionais envolvidos nas fraudes que envolvem vinhetas de médicos falecidos. "Os criminosos com licenciatura em Medicina serão expulsos da Ordem". Para reduzir o risco de fraude, José Manuel Silva defende as receitas electrónicas.
Opinião semelhante tem o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas. Orlando Monteiro da Silva, admitiu ao CM a possibilidade de "existirem profissionais que utilizam de forma indevida vinhetas de profissionais mortos através do uso dos seus números da cédula profissional".
A burla envolve remédios para uso psiquiátrico, nomeadamente uma injecção, cujo preço varia entre os 199 e os 299 euros.
PROCURA-SE _ TAP
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
MARCHA PELA IGUALDADE
Organizador de marcha lamenta pouca atenção dada a deficientes
11 JUN 11 às 14:58

Um dos organizadores da marcha pelo cidadão deficiente, que se realiza este sábado em Lisboa, lamentou o facto de os poderes políticos darem pouca atenção aos direitos destes cidadãos.
À TSF, Eduardo Jorge sublinhou ainda a importância de o novo Governo, que vai entrar em funções, ouvir os problemas dos deficientes numa altura de «inércia total a nível de associativismo e de quem tem poder de nos continuar a ignorar e excluir».
«Embora com poucos recursos, gostaríamos de tentar mostrar à sociedade que existimos e continuamos a ter muitas necessidades não como esmola e subsídios, mas queremos ferramentas iguais para alcançar os nossos objectivos», explicou.
Eduardo Jorge deu o seu exemplo pessoal, ao dizer que pretende uma formação profissional, mas que não a consegue pois não dispõe de transporte adaptado na aldeia onde vive.
«Não queremos ser institucionalizados. Não tenho culpa de ter o corpo que tenho e depois institucionalizam-nos», frisou este organizador, que acusa as várias organizações de deficientes de não fazerem o trabalho que devem.
Por isso, Eduardo Jorge garantiu que os participantes nesta marcha «vão constituir juridicamente um grupo em que vamos fazer acontecer o que propomos junto da tutela e poder político».
«Mas, fazer realmente acontecer nem que o tenha de ficar com a minha cadeira durante horas e dias à frente dos organismos.É radicalizar, mas é isso que tem de acontecer. Boas vontades não chegam. Esperámos muito tempo e temos de ser ouvidos», concluiu.
domingo, 12 de junho de 2011
MARCHA PELA IGUALDADE
Autarquias falham apoio
Eduardo Jorge, tetraplégico e um dos membros da organização da Marcha pela Igualdade, que ontem juntou cerca de 200 deficientes na avenida da Liberdade, em Lisboa, apontou duras críticas às autarquias, que "ignoraram os apelos" dos deficientes para a obtenção de transporte para a iniciativa.
Apenas Miranda do Douro, Abrantes e Lisboa foram referidas pela positiva, por terem cedido viaturas. A acção governativa de José Sócrates foi também contestada pelos manifestantes, que reclamaram do futuro primeiro-ministro, Passos Coelho, que reponha os benefícios extintos. Ana Gonçalves, 28 anos, portadora de uma doença neuro-muscular, dá o seu exemplo: após ter trabalhado num gabinete de acção social, foi-lhe retirada a prestação mensal de 170 euros.
A jovem explica que só pode estar na manifestação porque os amigos acederam a deslocar--se a Lisboa. Por sua vez, Felisbelo Correia, 43 anos, paraplégico desde os sete anos, devido a atropelamento, diz receber uma pensão de 290 euros, que considera "uma miséria". Rosário Morgado, 55 anos, paraplégica em consequência da poliomielite, critica a "falta de guias" no transporte por ambulância.




