domingo, 26 de fevereiro de 2012
FAÇA ALÉM DE SEUS LIMITES
domingo, 5 de fevereiro de 2012
DIA A DIA DOS DITOS COITADINHOS
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
NÃO À DISCRIMINAÇÃO
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
OBRIGADO CIDADÃO ANÓNIMO
| . GRAÇAS À SOLIDARIEDADE ANÓNIMA E AO MEU AMIGO EDUARDO DA PÁGINA http://tetraplegicos OBRIGADO AOS ENVOLVIDOS |
| De AS RODINHAS |
sábado, 27 de agosto de 2011
CIDADÃO COMUM
sábado, 9 de julho de 2011
INJUSTIÇA NA SAÚDE
sexta-feira, 24 de junho de 2011
GASTA 400 EUROS EM CREMES
Tem doença rara e vive de ajudas
Nasceu com ictiose, uma perturbação genética e rara que torna a pele escamosa, sofreu várias mazelas a nível físico e, devido ao seu aspecto, não consegue arranjar emprego. Vera Beleza, 31 anos, residente em Matosinhos, está no desemprego há oito anos e só sobrevive com a ajuda de amigos.

"Já trabalhei como repositora e secretária num escritório, locais onde não estava em contacto directo com o público. É muito complicado arranjar emprego porque as pessoas olham-me de lado. Já basta ter este problema, quanto mais ter de enfrentar as pessoas", lamentou Vera Beleza.
A mulher sofre de ictiose lamelar, um dos tipos mais graves da doença. Na adolescência teve de amputar os dedos dos pés, porque com "a doença os dedos enrolaram e não conseguia andar". Tem de usar roupa 100% de algodão, doada por amigos, de forma a não irritar a pele. Gasta 400 euros por mês em cremes, essenciais para melhorar a qualidade de vida, mas só os pode comprar com a ajuda dos amigos. Com uma reforma por invalidez de 200 euros, está agora a angariar dinheiro para receber tratamento para a pele nas Termas de Monfortinho, em Castelo Branco.
Apesar das vicissitudes, Vera criou a Associação Portuguesa de Portadores de Ictiose e conseguiu que fosse aprovado um projecto-lei para comparticipar os cremes.
Tem doença rara e vive de ajudas
quinta-feira, 23 de junho de 2011
SAÚDE IGUAL A POLVO
Médicos usam receitas de mortos
Ao que o CM apurou estes casos estão ligados a uma megaburla com medicamentos que poderá ter lesado o Estado em mais de 10 milhões de euros e levou à detenção, em Janeiro de 2011, de quatro administradores de uma empresa distribuidora de medicamentos e os donos e directores técnicos de farmácias situadas em Lisboa.
A investigação surge na sequência da fiscalização da Inspecção--Geral das Actividades em Saúde, que detectou clínicos com mais de 70 anos que continuavam a exercer e que apresentavam uma prescrição anual fora do normal. Há casos de médicos do sector privado, nomeadamente em Viseu, que passaram entre 5 a 10 mil receitas por ano. Na lista estão médicos dos 82 aos 92 anos.
Um dos casos suspeitos é uma clínica dentária com 43 dentistas que gasta 37 mil vinhetas por ano.
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, afirmou ao CM que "é muito fácil falsificar vinhetas: basta uma fotocopiadora, um código de barras e autocolantes". E garantiu que irá ter mão pesada para os profissionais envolvidos nas fraudes que envolvem vinhetas de médicos falecidos. "Os criminosos com licenciatura em Medicina serão expulsos da Ordem". Para reduzir o risco de fraude, José Manuel Silva defende as receitas electrónicas.
Opinião semelhante tem o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas. Orlando Monteiro da Silva, admitiu ao CM a possibilidade de "existirem profissionais que utilizam de forma indevida vinhetas de profissionais mortos através do uso dos seus números da cédula profissional".
A burla envolve remédios para uso psiquiátrico, nomeadamente uma injecção, cujo preço varia entre os 199 e os 299 euros.



